Grover Washington Jr., saxofonista que se exprime principalmente através dos géneros “soul” e “funky”, ou fusão se preferirem, tecnicamente exímio seja no tenor, no alto ou no soprano, façanha difícil de atingir e menos de igualar, foi sempre (e é) considerado como um músico, digamos, menor pelos colegas e comentadores da área do jazz devido aos ‘géneros’ que optou para artisticamente se exprimir.
O assunto levar-nos-ia longe, o de saber o que é jazz ou não, o que é comercial ou não, o que se deve entender por high e low culture, até sobre o que a Alice atrás abordou o que é arte ou “não-arte”. Não me coloco à parte dos comentadores (também opino, e severamente, de quando em vez), mas o que vos proponho é que tentem despojar-se de arquétipos e catalogações teórico-racionais e deixem-se levar pela música (pela arte) de Grover Washington Jr., nomeadamente no vídeo que vos deixo do tema “Make me a Memory”, captado ao vivo em 1991, e digam se não sentem que estamos diante de um artista de elevadíssima qualidade, ímpar, para mim, a transmitir doçura e amor através de um saxofone, no caso, o alto.



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