José António Pinto Ribeiro, o nosso Ministro da Cultura, proclamou, ontem, em Belmonte, sem tibiezas nem rebuços que o acordo ortográfico entrará em vigor este ano porque
A língua “é mais forte que o sangue”. (via JN)
Note-se, que esta declaração surge, exactamente, no dia seguinte à da santificação do ex-D. Nuno Álvares Pereira, agora São Nuno de Santa Maria.
Notável, a frontalidade e o carácter e a perseverança… e a fé!
Tags: Acordo Ortográfico, José António Pinto Ribeiro, Ministério da Cultura
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6 Respostas to “António Pinto Ribeiro – o José e o Acordo Ortográfico”
Comentários (6)






















Não entendi a ligação, Carlos, ou então é do adiantado da hora. Pode ser cansaço. Um abraço.
A fé, estimado PreDatado, a fé do Sr. Ministro da Cultura que, coitado, nem se apercebe quanto custará, às editoras de manuais escolares que se reflectirá nos pais que são obrigados a comprá-los, esse seu desmando de obrigar a entrada em vigor do acordo ortográfico, logo num momento de grande pressão financeira nas famílias.
Abraço e obrigado pelo comentário.
O ministro tem razão, a língua é mais forte que o sangue. Mas esquece-se que é também mais forte que a política e é por isso que este acordo é um nado-morto.
As línguas mudam, e mudam todos os dias, mas nunca por decisão dos gabinetes dos ministérios.
Caro Pedro Sousa Silva
Desde logo a comparação feita pelo Ministro é irracional, para além de extremamente infeliz vinda de quem vem.
Que apesar de as línguas não serem estáticas, tem toda a razão o Pedro porque nunca por decreto ou decisão, política ou outra que não a da mudança que lhe é própria, a língua muda. Nem a língua nem a sua ortografia.
Obrigado pelo comentário.
A conotação é evidente.
Obrigado pelo comentário, Orlando.
Abraço