Decorre entre hoje e 25 de Julho o Congresso Internacional Sociologia da Música – tendências, interpelações e perspectivas, na Culturgest, organizado pelo CESEM – Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical da Universidade Nova, pertencendo à comissão organizadora Mário Vieira de Carvalho e Paula Gomes Ribeiro (ambos do CESEM – Universidade Nova de Lisboa), Ângelo Martingo (Braga – Universidade do Minho) e Katrin Bicher (Humboldt-Universität, Berlin) e tendo como membros da comissão científica Mário Vieira de Carvalho e Christian Kaden (Humboldt-Universität, Berlim).
O programa do Congresso pode ser consultado aqui e a lista de participantes e seus currículos aqui.
A qualidade deste género de iniciativas culturais de investigação sobre a música parece não ser objecto de curiosidade jornalística em contraponto com outras, bem menos relevantes, são, ao que parece, colocadas em agenda por motivos, certamente, políticos, aos quais a qualidade dos estudos e das investigações pouco interessa se deles não puderem servir-se para os seus comezinhos fins.
O Congresso Internacional ‘Sociologia da Música – tendências, interpelações e perspectivas’ propõe-se, cintando um excerto:
Nas últimas décadas as abordagens sociológicas da música têm vindo a desenvolver, expandir e diversificar extensivamente os seus métodos e áreas temáticas. Os campos de investigação da sociologia e da musicologia têm-se cruzado cada vez mais. O espectro interdisciplinar continua a alargar-se. Tanto as questões teórico-críticas como os estudos empíricos se abriram a novos horizontes. A Sociologia da Música desenvolveu-se num sentido integrativo, tomando em conta os contributos da História, Antropologia, Filosofia e Estética, Psicologia e Psicanálise, Economia, Teorias da Recepção, Comunicação e Sistemas, Estudos de Género, Culturais, Comparativos e da Globalização. Intensificou-se também a sua influência noutras áreas da Musicologia – por exemplo, nos Estudos de Composição e Interpretação ou na Análise Musical. A maior parte das abordagens incide actualmente sobre as práticas musicais como interacção social, o material musical e as obras musicais como sociedade codificada, o significado musical como resultado de processos sociais que ocorrem em mundos vividos em constante mudança, as trocas… (Continue a Ler no sítio do Congresso)
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