Decorrerá hoje no Auditório da Parada da Universidade da Beira Interior um muito interessante workshop de interpretação de fotografia, organizado Núcleo de Alunos de Filosofia da UBI (SEXTO EMPIRICO), com a participação de Alice Valente Alves e o Frederico Lopes.
Para mais informações ver post da Alice Valente no Ali_se onde encontrarão todos os pormenores.
Arquivo de: ‘Alice Valente Alves’
Alice Valente (link) expõe traço:verde-oliva, a sétima cor do projecto CORPOtraçoCORPO - a poesia e a pintura, composta por 9 Obras em díptico, no Museu de Lanífícios da Universidade da Beira Interior, na Covilhã, a convite do Núcleo de Estudantes de Filosofia da UBI (Universidade da Beira Interior).
A inauguração ocorrerá a 30 de Abril, pelas 18:30h, contando com a presença do reitor da respectiva Universidade, de Guilherme d’ Oliveira Martins, presidente do Centro Nacional de Cultura, entidade patrocinadora da artista e do evento, da directora do Museu de Lanifícios, responsáveis pelo Núcleo de Filosofia da universidade e pelo director do curso de Filosofia.
A exposição estará patente até 29 de Julho com inúmeras actividades programadas aolonga da sua duração: conferências, exposições, encontros, concertos, workshops, visitas-guiadas, visitas acompanhadas para escolas e ateliês. (ver programa)
Deixo um pequeno excerto sobre a exposição:
(…) porque assentes na concepção de um pensamento artístico-filosófico e desenvolvidos através de projectos no âmbito da criação artística, a autora escolheu fazer a apresentação do «traço:verde-oliva», a 7ª cor das nove cores do seu projecto «CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura», em que para além das características da cor e em seu projecto, enquanto precisa em inteireza e Verdade, Alice Valente irá relacioná-la neste espaço exposicional com a importância do azeite na lã, em para amaciar e alisar a lã, esta era colocada ou ensopada, durante dias, em talhas ou potes de barro com azeite.
ps: ver projecto “CORPOtraçoCORPO - a poesia e a pintura” no e-cultura.
É já no próximo dia 19 de Março que se inaugura a exposição «CORPOtraçoCORPO - a pintura e a poesia» de Alice Valente (blogue Ali_se) na galeria AMIArte no Porto, sob o patrocínio do Centro Nacional de Cultura, do e-cultura e da AMI, que decorrerá até 19 de Abril.
A inauguração ocorrerá às 18:00h com a presença de Fernando Nobre, presidente da Fundação AMI, e Guilherme d’Oliveira Martins, presidente do Centro Nacional de Cultura, contando com intervenções de José Pedro Fernandes, Alberto Augusto Miranda e Dina Resende. (ver programa completo)
Esta exposição contará com 18 das 54 obras em díptico dos 6 traços (cores) do projecto “CORPOtraçoCORPO - a poesia e a pintura” anteriormente apresentadas.
Sobre a exposição e o projecto «CORPOtraçoCORPO - pintura e poesia», endereço para um texto da própria Alice Valente e um outro de Alberto Pimenta, embora sinta necessidade de transcrever o “resumo” de uma conferência proferida pela Alice por ocasião da 9ª Mesa-redonda da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, A CONSCIENTE NEGLIGÊNCIA DO CORPO (ver em formato PDF), cuja leitura integral recomendo vivamente:
É o corpo com o pensamento e a alma que define a representação da nossa existência sem qualquer oposição na incontestável interpretação do incorpóreo e que racionalmente não podemos reconhecer nem testemunhar. O corpo define-se pela sua fisiologia, que o mantém vivo e activo, no entanto o corpo está dependente da anima.
Um corpo é efémero e de vida passageira, ainda assim, podendo-se projectar em outras realidades, uma vez que o que fica de nós ou do nosso corpo é tão-somente o resultado do pensamento…
De certa forma deveríamos admitir que o Homem em seu aperfeiçoamento civilizacional se tornaria mais cerebral e menos substrato físico, mais pensamento do que corpóreo, mais inteligência do que esperteza, mais intelectual do que simples dependência da sua fisiologia… Pois mas não está a acontecer esta evolução na maior parte da Humanidade, está assim com uma maior tendência para um aproveitamento fugaz do dia a dia do que para a evolução das ideias, está assim, a abandonar o pensamento numa consciente negligência do corpo.
A ler “Exclusão Social” por Alice Valente no Ali_se e seguir link no fim da imagem.
A origem de toda a exclusão e pobreza está no aceder a ser-se solidário com os que impõem ideias solitárias…
Belo post, este da Alice Valente no Ali_se, sem palavras!
Alumia e Desenha-nos
fotografia de Alice Valente Alves retirada do Ali_se
Desenha-nos, sim, e redesenha-nos com a calma de uma luz que apazigua a agitação da busca em que em vida se renasça, até que um dia a morte não nos cesse nem nos apague, tão-só porque outros estarão e virão procurar…, procurar ser.
A Alice Valente Alves habituou-nos a fundir a poesia com a ‘imagem’ na sua arte: na fotografia, na pintura e, agora, no desenho.
Uma das temáticas que mais aborda é a do acto de criar, sendo que defende (e disso está convicta) que tudo parte de uma imagem, de uma imagem que a assalta como percepção do que na vida vai sentindo.
Ora, se tudo é imagem, Alice, como é que todas crias, transformas e fundes com a poesia, a arte, não da imagem, mas a de abrir as fronteiras do paradoxo de imagens e sensações que nos outros despertarás?

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