Jan 312007
 

O Arte Pública promove 2 acções de formação, em sonoplastia e luminotecnia, que decorreram no Cine Teatro Pax Julia a partir do dia 2 deste mês.
Para mais informações clique nas imagens e se estiver interessado em inscrever-se pode utilizar o email do Arte Pública – artepublica@gmail.com ou o telefone – 964781436.

Sonoplastia —— Luminotecnia

Dez 202006
 
Arte Pública

arte pública

apresenta:

Eric Satie

Gymnopédies

Gnosiennes

Franz Liszt

Consolação

POEMAS de

David-Mourão Ferreira, Eugénio de Andrade, Sophia de Mello Breyner, Fernando Pessoa

CANÇÃO PORTUGUESA

José Luís Tinoco, Ary dos Santos, Fernando Tordo, Jerónimo Bragança, Nóbrega e Sousa

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piano Angelo Martino voz Isabel Moreira baixo José Manhita diseurs Luís Proença, Gisela Cañamero, Paulo Duarte vídeo Rafael Del Rio som Luís Beco luz Ivan Castro produção Raul Bule

Beja

Pousada de S. Francisco

22 Dezembro 22.00h

entrada livre

Out 132006
 

Nos Todos Tres

Nós Todos Três, um musical para crianças e jovens produzido pelo Arte Pública – Artes Performativas de Beja, foi estreado em 1999 no Centro Cultural de Belém como peça teatral e simultaneamente em livro com cd da música.
O sucesso não foi mais esquecido (talvez ainda hoje seja a produção mais conhecida do Arte Pública, juntamente com Camões é um poeta Rap) sendo a sua reposição destinada a escolas e ao público em geral, no Pax Julia, natural e desejada.
Sei que as músicas e as letras mantêm-se (da autoria da Gisela), mas que os arranjos, do Luís Beco, e as gravações foram refeitos, pelo que estou muito curioso em conhecer o que poderá haver de novo.Nos Todos Tres
É que, o tal livro com o CD foi a prenda que mais ofereci a crianças nos últimos 7 anos obtendo, junto delas e dos familiares adultos, uma adesão unânime, epidérmica, diria – após tanto anos os meus filhos não abdicam da sua permanência no lote dos cd’s que estão no carro.
Com muita pena não pude estar na estreia desta reposição, mas este fim-de-semana não faltarei, aconselhando-a a todos que possam a dar lá um salto.

Ficha Técnica:
Texto e Canções: Gi Cañamero; Actores: Ana Alves, António Guerreiro, Daniela Madanelo, Fernanda Paulo, Hugo Pereira, Lia Cruz, Paulo Duarte e Paulo Carrilho; Cenografia: João Calvário; Sonoplastia: Arranjos instrumental Luís Beco; Desenho de Luz: Ivan Castro; Direcção Vocal: Isabel Moreira; Direcção de Cena: Paulo Duarte; Construção de Cenários: Ivan Castro, João Calvário, Sérgio Sobral; Pintura: António Carvalho; Maquinista: Sérgio Sobral; Costureira: Venesina Sanina; Encenação: Gi Cañamero; Direcção de Produção: Raúl Bule.

ps: imagens sacadas dos blogues Alcameh e Uma Cigarra na Paisagem.

Jun 152006
 

Hoje, às 21.30h, na Sala do Capítulo da Pousada de S. Francisco, em Beja, o Arte Pública – Artes Performativas de Beja apresenta a sua mais recente intervenção performativa, The Sonata’s Project, homenageando Mozart, a propósito dos 250 anos passados desde o seu nascimento.

«The Sonata’s Project aborda e cruza universos sonoros e musicais, aparentemente distintos entre si, tais como a musica clássica e a improvisação jazzística.» Gisela Cañamero

ficha técnica:

piano: Angelo Martino
voz: Gi Cañamero

Mai 172006
 

em cena na Sala Estúdio do Teatro Pax Julia, em Beja, desde ontem e até dia 20, sempre às 22:00h.

«… uma performance que nos prepara para o exercício do ouvido, e, através deste sentido, da percepção e/ou necessidade da transcêndencia do universo meramente material e físico – explorando, no entanto, a fisicalidade do corpo: um corpo que, simultaneamente, encerra e é transmutador de imagens, linguagens, crenças e ideias.»
(texto de Gisela Camañero)

ficha técnica:

espaço cénico: Gisela Camañero;
performers: Gi Camañero e Francesca Bertozzi;
Piano: Angelo Martino;
Música: Liszt, sonata em si menor;
Vídeo/Imagem: Rafael del Rio;
Vídeo/Edição: Marco Manaia;
Sonoplastia: Luís Beco;
Luminotecnia: Ivan Castro;
produção: Arte Pública – artes performativas de Beja

Mar 272006
 

Estreia hoje e estará em cena nos dias 27 a 29 e 31 “Madalena J“, uma produção do Arte Pública no Teatro Municipal Pax Julia, em Beja. (clicar imagem para aceder ao programa e ficha técnica completa).

Abr 262005
 

Posts e posts sobre nós, os bloguistas, sobre a alegria que sentimos em conviver na Biblioteca Municipal de Beja, mas nem uma palavra sobre a “performance” de Gisela Cañamero, “Camões é um poeta rap”, uma produção do Arte Pública.
Pois, nem uma palavrinha, muitas palmas na ocasião, muito rap em grupo, mas nada!
É natural, estávamos embriagados connosco mesmo e com o Barca Velha (talvez com a autora do livro, a tal “melhor jornalista do mundo”), mas tratou-se de um momento que senti não ter deixado ninguém indiferente e uma prova de que é possível levar a arte aos mais jovens através de plataformas de difusão mais apelativas ou mais consentâneas com a sua idade.
É um espectáculo pelo qual tenho um carinho especial e vocês? Atrevam-se lá a dizer o que acharam e sentiram.

Abr 072004
 

No último Diário do Alentejo, Gisela Cañamero, em jeito de crónica, fala de teatro, evidencia o Arte Pública, ou não fosse a sua directora artística, dedicando ainda umas linhas ao Pax Julia e ao recém nomeado director artístico, José Filipe Murteira. Atente-se:

Conheço, na pessoa do director artístico agora nomeado, a sensibilidade para ouvir os criadores, o esforço de auto-formação nesta área de intervenção, a capacidade reflexiva e intelectual para delinear filosofias programáticas e estratégias de execução.
Por Beja, e pelos cidadãos que a habitam – mas também pelo país que não queremos ver mais adiado – desejo-lhe, com sincero optimismo, a inspiração e a energia necessárias à tarefa.
Por ela – a árdua e cheia de responsabilidades terefa da Programação – por ele – director artístico – e também por todos nós – os beneficiários de um Teatro que queremos dinâmico e contemporâneo, impõe-se a pergunta:
- qual o modelo de gestão previsto para o Teatro Pax Julia?

As palavras da directora artística do Arte Pública compreendem-se, aceitam-se e ajustam-se, mas antes da programação, antes de uma direcção artística, antes até de um modelo de gestão (que muito bem questiona), coloca-se inevitavelmente a antecâmara, o preâmbulo, o “totem”, a questão prima de qualquer projecto – o «para quem» e «para quê»! Depois, muito depois, o como – a chamada gestão e programação.

E a reflexão sobre o objecto de um projecto não pode colocar-se nas mãos de uma só pessoa (é desumano), nem de meia-dúzia e muito menos de um “escol”! Há que criar um grupo de reflexão onde possa contribuir a chamada sociedade civil ou, se preferirem, aqueles que podem, alheios a interesses particulares e pessoais, ajudar os decisores a equacionar as hipóteses de solução.

Ainda resta, pelos vistos só para mim, e sem a mínima intenção de menosprezar José Filipe Murteira, a incapacidade de, perante o modelo apresentado, um funcionário da Câmara conseguir erguer a sua voz junto da respectiva vereação da cultura, que no caso de Beja é acumulada pelo próprio Presidente, para negociar a favor do Pax Julia um modelo de gestão ou tão-só o orçamento anual!

Não é a pessoa de José Filipe Murteira que para mim está ou esteve em causa! Antes o que sobre os seus ombros colocaram, sem rebuço nem tibieza, impedindo-o, mais uma vez, de iniciar com a dignidade que lhe assiste, um projecto cultutral de relevância inequívoca que, tal como Gisela, não pode ser mais adiado!