Mar 142012
 

O projecto A Imagem na Arte [IMAGEM_NS] é um programa associado ao CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias) da FLUL (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa) que visa promover “… a reflexão, o diálogo, a criação …, O SENTIDO DA ARTE”.
A sua apresentação oficial ocorrerá no Centro Nacional de Cultura, na Galeria Fernando Pessoa, a 16 Março 2012 das 16h às 19:00 horas, num Encontro / Conferência com a presença da mentora do projecto, Alice Valente Alves e a presidente do CLEPUL, Annabela Rita.

A Imagem na Arte - [IMAGEM_NS] - Conferência / EncontroEsta Conferência / Encontro contará com a presença de:
* Guilherme D’ Oliveira Martins – Presidente do Centro Nacional de Cultura
* Annabela Rita – Presidente do CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias) da FLUL (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa).
* João Valente Aguiar – Investigador do Instituto de Sociologia da FLUP (Faculdade de Letras da Universidade do Porto) e Director da Revista «Arte e Sociedade»
* Manuela Paraíso – Jornalista/Divulgadora da música erudita portuguesa e autora do programa de rádio «Na Outra Margem».
* Alice Valente Alves – Autora de projectos da Imagem – Poesia, Pintura, Desenho e Fotografia – no âmbito da Criação Artística.


Reproduzimos texto de apresentação e programa:

Este ENCONTRO / Conferência, com a abertura às 16:00 horas por Guilherme D’ Oliveira Martins e com a Coordenação-mesa entregue a Manuela Paraíso e a Annabela Rita, pretende criar um diálogo aberto com todos os presentes, sendo dividido em duas partes com as seguintes intervenções (que poderá ou não ocorrer por esta ordem):
- Annabela Rita e Alice Valente Alves farão a apresentação do «[imagem_ns]», projecto associado ao CLEPUL centrado – na reflexão, no diálogo e na criação – da imagem (e imagens) e o sentido da arte;
- João Valente Aguiar irá pronunciar-se sobre “Poéticas da Imagem”;
- Alice Valente Alves, apresentará o projecto «CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura» através da projecção das 72 obras, em díptico, das 8 das nove cores já realizadas e apresentadas até ao momento.

apoios:
Centro Nacional de Cultura;
CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias);
DiFundART – divulgação de artistas e eventos

Mar 042011
 

Alice Valente - Encontro CORPOtraçoCORPO no Clube Literário do PortoAlice Valente trará o seu projecto “CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura” ao Clube Literário do Porto, Sábado, dia 5 de Março, às 17:00h, para, em formato de “Encontro”, apresentar o traço:verde que desvendou em exposição na Estação Biológica do Garducho. (ver)
Para este Encontro Alice Valente convidou Bernardino Guimarães que se pronunciará sobre o verde e a humanização.

Da autora:

O “traço:verde” – 8ª cor das nove cores do «CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura» … firma-se na relação tão enérgica quanto intrínseca do Homem com o verde, ‘verde’ das plantas, vegetais e árvores, em verde esse que necessitamos de articular, de moldar, de cultivar, de cuidar, de preservar, de uma forma tão natural quanto imprescindível ao melodioso Equilíbrio do CORPO-Ser em seu CORPO-Natureza.

Jan 062011
 

CORPOtraçoCORPO - exposição de Alice Valente na Sala da Nora - Cultura VibraAlice Valente inaugura a 8 de Janeiro, próximo Sábado, às 16:00h, nova exposição do seu projecto CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura, a convite do ‘Cultura Vibra‘, liderado por Carlos Semedo, da Câmara Municipal de Castelo Branco.
A exposição estará patente até ao dia 30 na Galeria Sala da Nora – Cine-Teatro Avenida – Castelo Branco, sendo composta por algumas das 72 obras em díptico nas oito das 9 cores já realizadas e apresentadas até ao momento.

Deixo texto da autora sobre o projecto:

CORPOtraçoCORPO é um projecto multidisciplinar, que teve início em 2003 e que articula poesia e pintura, assinadas pela mesma artista.

- A poesia surge na conceptual relação da importância da palavra com o pictórico, presente no título das obras e a corresponder a cada obra em seu título, um poema com o mesmo título.

- A pintura é compreendida com 9 obras em díptico para cada uma das 9 cores, com o formato de 81x130cm, apresentadas na verticalidade ou na horizontalidade.

Até ao momento foram já apresentadas 63 obras, nas 7 das 9 cores: 1ª Cor (traço) Vermelho; 2ª Cor (traço) Castanho-terra; 3ª e 4ª Cor (traço) Água-azul-céu; 5ª e 6ª Cor (traço) Laranja-lima e 7ª Cor (traço) Verde-oliva. Seguir-se-ão a 8ª Cor (traço) Verde e a Cor-de-pele que encerrará o ciclo das nove cores.

Após as séries de exposições, está previsto uma exposição final com a presença de todas as obras, aquando do lançamento do LIVRO com o mesmo nome do projecto, contendo 81 poemas e ilustrado com as 81 obras, em que a cada obra em seu título irá corresponder um poema com o mesmo título.

Mais informações sobre a exposição e a autora e seus projectos:
blogue – Ali_se;
sítio – Alice Valente Alves;
Facebook – aqui e aqui.

Nov 072010
 

DiFundART - divulgação de Artistas e EventosA DiFundART – divulgação de Artistas e Eventos® é uma marca registada em meu nome pessoal, com a finalidade de prestação de serviços junto de artistas, promotores de eventos e instituições, com a missão de acolher artistas e promotores de eventos para, de acordo com as pretensões de cada um, propor estratégias de divulgação no ciberespaço, executá-las e controlar, em tempo útil, a fidelidade aos objectivos concertados.
A necessidade que senti de criar a DiFundART prende-se com o ‘feedback’ que me foi chegando de várias pessoas se interrogarem sobre em que áreas da gestão cultural faço incidir a minha actividade profissional. Ora, sendo esta uma delas, separo assim, pública e visivelmente, o diário pessoal que considero ser este Ideias Soltas, dos interesses profissionais de uma das minhas actividades.
Neste contexto, a marca DifundART identificará, sempre, alguns dos meus interesses enquanto profissional na área da gestão cultural, enquanto que o Ideias Soltas permanecerá fiel ao princípio que desde o seu início adoptei – um diário pessoal onde escrevo e divulgo o que me apetece, quando me apetece, emitindo opiniões, reflectindo e criticando sempre em meu nome pessoal, enquanto cidadão.

Out 192010
 

Alice Valente inaugura, no próximo dia 23, a exposição “traço:verde” na “Estação Biológica do Garducho”, cerca de Mourão, a 8.º cor do seu projecto «CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura», patente até ao dia 27 de Novembro.
A inauguração terá o seguinte programa:
Traço-Verde - exposição de Alice Valente1 – 16:00h – Prof.º Doutor Guilherme D’Oliveira Martins, Presidente do Centro Nacional Cultura, que fará a Abertura do evento em alusão ao Centro Nacional de Cultura e ao projecto de poesia e pintura de Alice Valente
- Dr.ª Fernanda Ramos, Governadora Civil de Évora
- Eng.ª Carla Janeiro, Presidente do CEAI – Centro de Estudos da Avifauna Ibérica
- Alice Valente Alves, fará a Apresentação em projecção das 72 obras realizadas até ao momento e visita-guiada às 9 obras do traço.verde expostas no edifício da EBG.
- Apontamentos e poéticas
2 – 19:00h – jantar;
3 – 23h00 | «MOON WATCHING» na Estação Biológica do Garducho.

Deixo o texto da autora:

CORPOtraçoCORPO é um projecto multidisciplinar, que teve início em 2003 e que articula poesia e pintura, assinadas pela mesma artista.

- A poesia surge na conceptual relação da importância da palavra com o pictórico, presente no título das obras e a corresponder a cada obra em seu título, um poema com o mesmo título.

- A pintura é compreendida com 9 obras em díptico para cada uma das 9 cores, com o formato de 81x130cm, apresentadas na verticalidade ou na horizontalidade.

Até ao momento foram já apresentadas 63 obras, nas 7 das 9 cores: 1ª Cor (traço) Vermelho; 2ª Cor (traço) Castanho-terra; 3ª e 4ª Cor (traço) Água-azul-céu; 5ª e 6ª Cor (traço) Laranja-lima e 7ª Cor (traço) Verde-oliva. Seguir-se-à a 8ª Cor (traço) Verde e a Cor-de-pele encerrará o ciclo das nove cores.

Após as séries de exposições, está previsto uma exposição final com a presença de todas as obras, aquando do lançamento do LIVRO com o mesmo nome do projecto, contendo 81 poemas e ilustrado com as 81 obras, em que a cada obra em seu título irá corresponder um poema com o mesmo título.

Mais informações sobre a exposição e a autora e seus projectos:
Ali_se;
Alice Valente Alves;
Centro Nacional de Cultura no e-cultura: aqui e aqui;
Facebook: aqui e aqui.

Nov 232009
 

Criação Artística - encontro promovido por Alice Valente no Centro Nacional de CulturaEnquadrado na exposição do seu projecto ‘CORPOtraçoCORPO‘, a decorrer no Centro Nacional de Cultura até 11 de Dezembro, Alice Valente promove um encontro sob o tema “Criação Artística”, no próximo dia 27, às 15 horas.
De entre os seus convidados a participar estarão presentes:
- Guilherme D’ Oliveira Martins – Presidente do Centro Nacional de Cultura;

- Annabela Rita – Presidente do CLEPUL – Centro de Literaturas de Expressão Portuguesa das Universidades de Lisboa;

- José Pedro Fernandes – Professor de Estética e Cultura Visual;

- Alfredo Oliveira – Eng. e Investigador em Física e Cosmologia;

- José Rodrigues dos Santos – Antropólogo e Investigador no CIDEHUS – Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades, Universidade de Évora;

- Amílcar Vasques-Dias – Compositor e Professor na Universidade de Évora;

- Alice Valente Alves – Autora de projectos da Imagem – Poesia, Pintura e Fotografia – no âmbito da Criação Artística;

e o autor deste blogue.

Para mais informações ver, por favor, o sítio da Alice Valente.

Nov 012009
 

Alice Valente expõe, de 11 a 27 de Novembro, 13 a 18 das 63 obras já realizadas do projecto «CORPOtraçoCORPO – a poesia e a pintura» na Galeria Fernando Pessoa do Centro Nacional de Cultura, no Largo do Picadeiro, 10 – 1º, ao Chiado.
Deixo o texto de apresentação da autora:

CORPOtraçoCORPO é um projecto multidisciplinar, que teve início em 2003 e que articula poesia e pintura, assinadas pela mesma artista.

Alice Valente-CORPOtraçoCORPO no Centro Nacional de Cultura- A poesia surge na conceptual relação da importância da palavra com o pictórico, presente no título das obras e a corresponder a cada obra em seu título, um poema com o mesmo título.

- A pintura é compreendida com 9 obras em díptico para cada uma das 9 cores, com o formato de 81x130cm, apresentadas na verticalidade ou na horizontalidade.

Até ao momento foram já apresentadas 63 obras, nas 7 das 9 cores: 1ª Cor (traço) Vermelho; 2ª Cor (traço) Castanho-terra; 3ª e 4ª Cor (traço) Água-azul-céu; 5ª e 6ª Cor (traço) Laranja-lima e 7ª Cor (traço) Verde-oliva. Seguir-se-à a 8ª Cor (traço) Verde e a Cor-de-pele encerrará o ciclo das nove cores.

Após as séries de exposições, está previsto uma exposição final com a presença de todas as obras, aquando do lançamento do LIVRO com o mesmo nome do projecto, contendo 81 poemas e ilustrado com as 81 obras, em que a cada obra em seu título irá corresponder um poema com o mesmo título.

Mais informações sobre a exposição e a autora em:
Ali_se;
Alice Valente Alves;
Centro Nacional de Cultura no e-cultura;
Facebook.

Jul 282009
 

Sobre o ensino artístico reproduzo outro comentário, desta vez de Alice Valente, colocado no post Ensino Superior de Artes em Portugal – estudo.

autor do texto que se segue: Alice Valente

Vivemos momentos insólitos, apesar de não muito diferentes do que sempre as artes se têm afirmado: resistentes em prol da vida e da arte de ser vida e vivida.

“Temos de aceitar!” “Temos de respeitar!” e “Temos de aceitar sempre!” o que nos ditam por quem manda, mesmo que estejam enganados! Sempre assim foi, mas agora um pouco pior!

Pois, mas nestas áreas do que é artístico, vai ser difícil impor uma ordem, uma escola, um discurso, um modelo… As artes respiram por elas próprias. Embora no caso da música e entre outras artes, haja uma necessidade de aprendizagem técnica que por sua vez se transforma por si mesmo em descoberta e estímulo ao importantíssimo desenvolvimento das capacidades intelectuais de quem as pratica. As artes na generalidade têm um espaço muito próprio (o que escrevi, aqui):
Ou seja agora e relativamente às Artes, aos Artistas e ao que é Artístico, querem usá-los e pô-los numa qualquer margem, atirando-os da borda-fora, é isso? Ou então querem vir roubar conceitos e estares a obrigarem que sejamos “coisas” ou objectos vendáveis e compráveis como se estas áreas, alguma vez se poderiam tornar mercantilizáveis ou convertidas em meras indústrias culturais, é isso? Talvez estejam enganados, é que este é um mar imenso e pode ficar bravo, assim como o mar verdadeiro que se agita em maré-alta, é imprevisível e pode ser muito perigoso, para os que pensam que tudo dominam sem respeito para com a Vida…

Não vejo que isso possa ser tido em consideração pelos responsáveis e técnicos de estudos e relatórios sobre o que possa ser a prática do Ensino das Artes.

Ainda bem que escolheram o talentoso maestro Borges Coelho e parece que aprenderam alguma coisa com o que se passou na Conferência de 2007.

(E sobre isso, escrevi isto):
(…) Não esqueçamos que a verdadeira Cultura e a verdadeira Educação são pois do domínio público…
E não esqueçamos também que para formar e desenvolver capacidades e talentos é preciso que os professores sejam talentosos!
E no dia do encerramento felizmente que foi convidado alguém ligado às Artes, o maestro José Luís Borges Coelho e que eloquentemente nas suas sublimes e sentidas palavras, fez questão de revelar relativamente à Conferência e de como tem sido tratada a Educação Artística, que o “rei vai nú”, desmascarando toda aquela palhaçada, fazendo que toda a plateia se levantasse mais do que uma vez a aplaudi-o e a mostrar que ainda é possível acreditar nas Artes e no que é Artístico, mas pelos que fazem Obra, no Saber-Fazer e não por todos aqueles que pensam que os talentos se fazem de invencionices, a dizer que basta de conversa, basta de teorizações de altíssimo gabarito, basta de declarações eloquentes destinadas a recomendar o que foi recomendado e de quererem mostrar que agora descobriram o tesouro ou a pólvora da Educação Artística, mas o Ensino do Artístico já existe e é ensinado nas Escolas de Música e não só, tem sido é muito negligenciado pelos ministérios e pelos governos. Agora temos que nos comprometer é com a erradicação da pobreza e é com essa realidade que a Educação se terá de confrontar e que ninguém deliberadamente seja posto de fora…

Mas não será que, estes nomes unicamente poderão estar a servir de isco para enganar e posteriormente, os “grandes” espertalhões das ciências da educação e os do económico-político e em seus ministérios de educação e cultura, fazerem como muito bem entenderem?

Alice Valente