Por razões que a decência desconhece, o jornal i entendeu fazer da divulgação do nome e emprego do autor do blogue ‘O Jumento’, o qual sempre se preservou através do anonimato, em manchete de 1ª página, cometendo um atentado à liberdade individual e à privacidade, pilares de qualquer democracia digna desse nome. (ver imagem)
Ao que parece, lendo os esclarecimentos de o Jumento, as opiniões de Eduardo Pitta, de Tomás Vasques, de Carlos José Teixeira, de Jacinto Bettencourt, autor do mesmo blogue de PPM, de Gabriel Silva, de Valupi e outros que podem ser consultados via ‘Da Literatura‘, Carlos Santos, professor da Católica do Porto que recentemente arranjou coluna no jornal i, autor de blogues que repentinamente se esfumaram, terá sido o bufo e Paulo Pinto Mascarenhas o chibo de jornalista travestido.
Por suspeita de fuga de informação o autor de ‘O Jumento’ foi alvo de investigações do DIAP e da Interpol, mas o caso foi há muito arquivado, não se compreendendo agora, de todo, o interesse da divulgação em causa a não ser a leviandade e a maledicência.
Paulo Pinto Mascarenhas ainda tenta defender-se no blogue ‘31 da Aramada’, afirmando hoje que
Mas a vida prega partidas a este tipo de gentinha, pois em 11 de Setembro de 2008, o mesmo declarava em coluna no Jornal de Negócios:
Pois, na ignorância não acredito; a má-fé é pouco para descrever o que agora, indecentemente, fez.
Se da esquerda à direita não nos livrarmos, através da denúncia, dos bufos e chibos de serviço, seremos nós os responsáveis pelo poder que usufruem ao abrigo de libertinagens que sobrepõem, despudoradamente e sem respeito, à observação dos mais elementares direitos dos cidadãos.
Vladimir Sofronitsky interpreta os 24 prelúdios de Chopin (só audio) numa gravação ao vivo muito rara. Ouso pensar saber que haverá quem pretenda ir logo ouvir o último… Hélas!
Bom fim-de-semana.
ps: quem pretender adicionar a lista de reprodução no Youtube siga directamente para o link.
Cheguei a esta gravação do ‘ACORDAI’ de Lopes-Graça, interpretada pelo Coral de Letras da U.P., dirigido por José Luís Borges Coelho, o grande divulgador da obra coral do compositor, através do José Barbieri que tem feito um trabalho notável no seu projecto ‘MEMORIAmedia‘, cujo objecto principal, transcrevo, é a recolha e difusão da literatura tradicional/ oral/ popular e de todas as formas de manifestação desta cultura – tradicionais e contemporâneas – enquanto parte do património imaterial, nacional e universal da humanidade, o qual convido a seguir atentamente.
No entretanto aqui fica a gravação colhida em Outubro de 2009, por ocasião do centenário do Café ‘Piolho’ no Porto.
Bom fim-de-semana.
Sobre o lodo em que muita gente se tem voluntária e decididamente envolvido não poderia estar mais de acordo com as declarações que, embora não sequenciais, transcrevo de Mário Crespo publicadas no Diário de Notícias:
Não pode sequer haver uma tolerância para que este clima se deixe estabelecer como sendo uma coisa normal.
(…)
E eu acho que o Parlamento é o fórum adequado para essa reflexão.
(…)
Eu confio nas instituições e espero que elas se pronunciem a tempo (…)
‘Close to the Edge’ dos Yes, uma das obras mais emblemáticas do saudoso ‘Rock Progressivo’, aqui com composição de imagens para vídeo de David, aka vzqk50, foi concebido com base na leitura de ‘Siddharta’ (1922) de Herman Hesse. A obra desenvolve-se em 4 andamentos: “The Solid Time of Change, “Total Mass Retain”, “I Get Up I Get Down” e “Seasons of Man”.
Lançado em 1972, a formação dos Yes era, na altura, composta por: Jon Anderson – voz; Steve Howe – guitarra; Rick Wakeman – teclados; Chris Squire – baixo eléctrico; Bill Bruford – bateria.
Bom fim-de-semana.
Retorno a Aaram Katchaturian, desta vez com o ‘Concerto para Violino e Orquestra op. 46′, interpretado por Henryk Szeryng e pela Orquestra Sinfónica de Londres, dirigida por Antal Doráti, gravado em 1965 (só audio).
Bom fim-de-semana
Incomoda-me, sim, o despudor da exploração mediática do sofrimento humano; da pronta chegada dos abutres da putrefacção humana, enquanto a da ajuda humanitária se preparava. Incomoda-me, sim, o espectáculo da dança do número de vítimas, mas em especial a ausência da necessidade de procurar reportar motivos, mesmo que ténues, de esperança. Incomoda-me, sim…
Mas ontem, no meio desse exultar da morte, comovi-me, não pelo que via, mas por ouvir a quantidade de países onde instituições e voluntários rumaram ao Haiti para ajudar. Vi ontem uma equipa de protecção civil de Miami a resgatar pessoas com vida dos escombros ao fim de 5 dias e rejubilarem por isso, por salvar uma, uma e cada vida, e cada um.
O mundo poderia ser assim. E seria. Seria se os interesses que dominam o mundo não se sobrepusessem à natural fraternidade e solidariedade humana.
E é também no meio deste género de atitudes que me lembro de Maria de Lurdes Pintasilgo! E de Kofi Annan!
Sim, se nós quiséssemos poderíamos ser mais humanos, ser mais daquilo de que a natureza nos fez, mais fraternos. Ser mais como os outros demais bichos, fraternos, afinal.
A insistência com que há anos se fala de insegurança nalguns produtos da Microsoft, seria o suficiente para, pelo menos por precaução, utilizar pelos navegadores bem melhores e mais seguros como o Opera, o Firefox da Mozila, ou até o Safari e o Chrome da Google.
Ainda assim têm de vir governos aconselhar os consumidores para o que é por demais evidente:
O governo alemão pediu aos utilizadores germânicos para arranjarem uma alternativa ao browser Internet Explorer (IE), a bem da própria segurança online. (via Público)
Deixo-vos o concerto de Schumann interpretado por Géza Anda, um dos bons pianistas que o sec. XX nos legou, com a Filarmónica de Berlim, dirigida por Rafael Kubelik, gravado em 1964 (só audio).
Bom fim-de-semana.
Imagine “the world will live as one”…, de John Lennon, numa escola para surdos…, pela Glee…
Bom 2010!





















