Jan 062012
 

Miguel HenriquesMiguel Henriques, um dos mais profícuos pianistas portugueses da actualidade, professor de piano da Escola Superior de Música de Lisboa, apresenta na net o seu novo site oficial, onde alia um design de bom gosto a uma facilidade de navegação simples, que permitem acesso a variadíssima informação útil e detalhada.

Saudamos a iniciativa e deixamos um excerto da sua biografia lá publicada:

Miguel Henriques - websiteMiguel Henriques tem-se dedicado à divulgação das principais obras do repertório pianístico – algumas menos conhecidas do público. Os seus programas, abrangendo os diferentes estilos, do barroco ao contemporâneo, incluem frequentemente obras de Bach, Beethoven, Chopin, Janáček, Schubert, Liszt, Tchaikovsky, Scriabin, Shostakovitch, Messiaen, Schnittke, Lopes-Graça, e António Pinho Vargas. De música de Lopes-Graça e Pinho Vargas são igualmente os seus últimos registos.

Estudou nos Conservatórios de Lisboa e Porto e estagiou durante dois anos no Conservatório Tchaikovsky em Moscovo, na classe de Gleb Akselrod, como bolseiro do Estado Soviético e da Fundação Gulbenkian. Obteve ainda o diploma de Mestrado em Piano Performance da Universidade do Kansas, na classe de Sequeira Costa. Complementarmente desenvolveu estudos nas áreas de Musicologia, Estética, Composição, Direcção coral e instrumental, Expressão Dramática, e Metodologia da execução pianística.

Desde o seu regresso a Portugal em 1987 que desenvolve intensa actividade de divulgação e promoção cultural. Miguel Henriques ocupa desde 1990 o cargo de Professor de Piano da Escola Superior de Música de Lisboa.

Nov 152010
 

Ma-schamba - Prémio Blogo-KulaCom o aproximar do final do ano a tendência dos balanços na blogosfera adensar-se-á com preferências pessoais. O fenómeno vulgarizou-se e hoje a maioria desses destaques passam despercebidos, mas receber um prémio na categoria de blogues individuais – Blogo-KULA – do José Pimentel Teixeira, através do Ma-schamba, é distinção que não me deixa indiferente. JPT, como José Pimentel Teixeira costuma assinar, é um dos mais antigos, prolíferos e atentos ‘bloggers’ em língua portuguesa e, se não estamos de acordo em muitas coisas, uma há que sempre nos juntou e aproximou – sermos uma voz livre de preconceitos atávicos e implacáveis com o que não nos parece poder ser tolerável.
O meu obrigado ao Ma-schamba pela distinção, mas com a serenidade que insistir de que este Ideias Soltas continuará a ser o sempre foi – um diário pessoal onde coloco o que me apetece, quando me apetece e sobre que me apetece.

Nov 092010
 

Contra a minha vontade senti-me obrigado a atender a algumas lamentações de leitores pelo facto de quem ainda navega com o ‘Internet Explorer’ não conseguir visualizar correctamente este blogue, nomeadamente as barras laterais.
Opera browserCedo, mesmo sem compreender como é que ainda há tantas pessoas a navegar com esse browser, mas contrafeito. E por isso, incito, por uma questão de bom-senso no que à qualidade e segurança diz respeito, e passe a publicidade, a descarregarem o OPERA, o FIREFOX ou até o CHROME para poderem aceder correctamente aos melhores conteúdos gráficos. De momento não aconselho o SAFARI devido à ‘guerra’ entre a Apple e o ‘flash player’ da Adobe.
E siga…

Out 282010
 

Facebook - Carlos Araujo AlvesPor razões que a minha razão desconhece entendeu o Facebook impedir-me, temporariamente, diz, o acesso à minha conta em nome de Carlos Araújo Alves. Todos os meus amigos podem lá ir, ver, gostar, comentar, mas eu, não, nem sequer responder. Nesta conformidade, não vou, porque isto de estarmos num sítio que julgamos nosso, mas é casa de outrem deve ser respeitado.
Este Ideias Soltas é o meu espaço natural, onde estou há mais de 7 anos dando cara e nome, a registar e a reflectir sobre o que me apetece, sem ter de dar contas se não a mim próprio, não correndo o risco de que alguém que se sinta incomodado, me cale pelas costas.
Siga para bingo, portanto, em tranquila liberdade de consciência e de expressão!

Mar 032010
 

Por razões que a decência desconhece, o jornal i entendeu fazer da divulgação do nome e emprego do autor do blogue ‘O Jumento’, o qual sempre se preservou através do anonimato, em manchete de 1ª página, cometendo um atentado à liberdade individual e à privacidade, pilares de qualquer democracia digna desse nome. (ver imagem)
Carlos SantosAo que parece, lendo os esclarecimentos de o Jumento, as opiniões de Eduardo Pitta, de Tomás Vasques, de Carlos José Teixeira, de Jacinto Bettencourt, autor do mesmo blogue de PPM, de Gabriel Silva, de Valupi e outros que podem ser consultados via ‘Da Literatura‘, Carlos Santos, professor da Católica do Porto que recentemente arranjou coluna no jornal i, autor de blogues que repentinamente se esfumaram, terá sido o bufo e Paulo Pinto Mascarenhas o chibo de jornalista travestido.
Por suspeita de fuga de informação o autor de ‘O Jumento’ foi alvo de investigações do DIAP e da Interpol, mas o caso foi há muito arquivado, não se compreendendo agora, de todo, o interesse da divulgação em causa a não ser a leviandade e a maledicência.
Paulo Pinto MascarenhasPaulo Pinto Mascarenhas ainda tenta defender-se no blogue ’31 da Aramada’, afirmando hoje que

A súbita glorificação do anonimato (…) é um sintoma claro do estado paroquial a que alguma blogosfera política chegou.

Mas a vida prega partidas a este tipo de gentinha, pois em 11 de Setembro de 2008, o mesmo declarava em coluna no Jornal de Negócios:

Tentar reduzir os blogues a uma fonte de calúnias, difamação, boatos e teorias da conspiração, sobre o manto do anonimato, é algo que exibe uma ignorância em estado puro. Ou má-fé.

Pois, na ignorância não acredito; a má-fé é pouco para descrever o que agora, indecentemente, fez.
Se da esquerda à direita não nos livrarmos, através da denúncia, dos bufos e chibos de serviço, seremos nós os responsáveis pelo poder que usufruem ao abrigo de libertinagens que sobrepõem, despudoradamente e sem respeito, à observação dos mais elementares direitos dos cidadãos.

Jan 182010
 

A insistência com que há anos se fala de insegurança nalguns produtos da Microsoft, seria o suficiente para, pelo menos por precaução, utilizar pelos navegadores bem melhores e mais seguros como o Opera, o Firefox da Mozila, ou até o Safari e o Chrome da Google.
Ainda assim têm de vir governos aconselhar os consumidores para o que é por demais evidente:
O governo alemão pediu aos utilizadores germânicos para arranjarem uma alternativa ao browser Internet Explorer (IE), a bem da própria segurança online. (via Público)

Jul 202009
 

adenda em nota prévia: o assunto constante deste post dá-se por encerrado e sanado pelo facto de o(a) autor(a) ter, finalmente, compreendido e resolvido a situação.

O blogue ‘In Mente’ resolveu, há dias, fazer um plágio, transcrevendo, praticamente na íntegra, o texto que escrevi sob o título ‘Maria João Pires renuncia nacionalidade portuguesa – VERGONHA’. O texto e o título: ‘Maria João Pires renuncia à nacionalidade portuguesa’ (link do ‘Ideias Soltas’)
Não sou muito dado a coisas de direitos de autor colocadas na net, mas os anos disto habituaram-me a colocar, SEMPRE, mesmo em caso de breve excerto, a identificação da fonte e o respectivo link.
Sim, eu sei, que recebemos muita coisa por correio electrónico que editamos, por vezes, sem o cuidado de procurar a origem, mas no caso do autor(a) do ‘In Mente’, tive o cuidado, de colocar na caixa de comentários uma cordial chamada de atenção.
A resposta foi curta e grossa: só se fosse um linkozito para o meu email que foi onde o recebi. Cumprimentos.
Ora, cumprimentos, também, dou o assunto por encerrado. Este género de atitudes fazem hoje parte de normais cenas do quotidiano.

ps: o assunto dá-se por encerrado e sanado pelo facto de o(a) autor(a) ter, finalmente, compreendido e resolvido a situação

Abr 222009
 

A Educacao do meu umbigo - Paulo GuinotePaulo Guinote, autor do A Educação do meu Umbigo apresentou em livro os textos do melhor blogue sobre educação de Portugal.
Saudamos a iniciativa pela conjugação da qualidade com seriedade das reflexões e investigações de Paulo Guinote constantes no seu blogue e aconselhamos a compra a professores e sobretudo decisores políticos sobre educação, seguindo as palavras do autor em sub-título: um livro que incomoda ministros e mobiliza professores.