Ideias Soltas

se aqui não fora em mim só seria

Arquivo de ‘Conservatório Regional Baixo Alentejo’

Ernestina Pinheiro, fundadora da Academia de Música do Centro Cultural de Beja que mais tarde, em 1993, estaria na origem do actual Conservatório Regional do Baixo Alentejo, do qual foi a primeira directora pedagógica, deixou-nos esta madrugada.
Beja, e o Alentejo em geral, ficam devedores à Senhora D. Ernestina e seu marido, Henriques Pinheiro, de um exemplo de vidas dedicadas à cultura e à educação artística em momentos bem mais áridos que os de hoje, à custa de grande labor, tenacidade, seriedade e integridade, sem nunca terem aceitado recorrer a expedientes de tráfico de influências, cujo preço é sempre incalculável, embora de pagamento obrigatório e prolongado.
Fecha-se, definitivamente com o seu desaparecimento, um ciclo para o Ensino da Música, nomeadamente para o Conservatório Regional do Baixo Alentejo, pelo que construiu e pelo que em legado nos deixou.
Bem haja Senhora D. Ernestina.

Via Improvisos ao Sul, tomei conhecimento que, finalmente, o Conservatório Regional do Baixo Alentejo, mais conhecido por Conservatório de Beja, aderiu a alargar o seu projecto educativo à área do Jazz, tendo assegurado António Branco como dinamizador do projecto.
De momento pouco mais sei do que está no Improvisos ao Sul e no site do Conservatório Regional do Baixo Alentejo, ou seja, a abertura de um curso de ‘Iniciação ao Jazz’ já a partir de Outubro.
É uma boa notícia para Beja, aproveitando para endereçar votos de sucesso ao António Branco, assim as condições que lhe proporcionarem permitam desenvolver o projecto que ele terá em mente.
Noto, contudo e com tristeza, que apesar de o Jazz entrar no projecto educativo do CRBA, o Cante Alentejano continua fora da única escola de ensino artístico especializado do Baixo Alentejo.

O Conservatório Regional do Baixo Alentejo inaugurou há pouco o seu sítio na internet. (clicar na imagem)

Conservatório Regional do Baixo Alentejo

A página está um pouco pesada no arranque (em flash com muitas imagens), mas depois de avançarmos encontramos uma informação vasta e precisa da instituição.
Parabéns ao CRBA e votos de que esta abertura corresponda a um novo ciclo onde novos patamares se impõe desbravar.

Pela primeira vez em palco? (Rádio Voz da Planície)
Não estou certo, mas dá-me ideia de que já os vi várias vezes, mas posso estar enganado.., a idade não perdoa!
Bom o que interessa é que os alunos do Conservatório Regional do Baixo Alentejo apresentam-se hoje em 2 espectáculos, pelas 18 e pelas 21:30h, no Cine-Teatro Pax Julia mas, esperem…, lá no sítio do Teatro também nada consta sobre esta programação.
Resumindo e concluindo, hoje não bebo mais…, mas vou lá, assim me ajudem as pernas!

é o espectáculo de final de ano lectivo das classes de Música do Conservatório Regional do Baixo Alentejo.
Decorrerá em plena Praça da República, em Beja, às 21:30h, prevendo-se a repetição do êxito alcançado nos anos anteriores.

É o espectáculo de fim de ano lectivo das classes de dança do Conservatório Regional do Baixo Alentejo.
Amanhã, Sábado, às 21:30h, no Teatro PAX JULIA, em Beja.

A pedido de Lumife e porque a data se aproxima divulgo, mais uma vez, o Encontro de Blogues em Alvito (link para inscrição), no próximo dia 22 de Abril, cujo programa, gentilmente cedido por Lumife na caixa de comentários, aqui transcrevo.

PROGRAMA

10h30 - POSTO DE TURISMO - Recepção aos Participantes

11h00 - AUDITÓRIO CENTRO CULTURAL - Homenagem a Raúl de Carvalho - poeta natural de Alvito.
Intervenção do Escritor Antonio Rebordão Navarro

- CONFERÊNCIA BLOGUISTA -Temas defendidos pelos seguintes oradores:
Luis Lança Silva - (TV Alentejo)
João Espinho - (Praça da República em Beja)

13h00 - QUINTA DOS PRAZERES - Almoço regional

15h30 - Passeio guiado pelo Concelho de Alvito

17h30 - Visita à Sede do Grupo Coral

18h00 - Concerto na Igreja Matriz (Alunos do Conservatório Regional do Baixo Alentejo)

Valor da refeição 18€ (Dezoito euros) (crianças até 4 anos não pagam, dos 4 aos 10 anos pagam 50%)

PAGAMENTO: Deverão efectuar o pagamento até ao dia 16 de Abril, através de transferência bancária para a conta com o NIB: 0035 0084 0000 3930 700 26 da Caixa Geral de Depósitos e indicar-nos os dados que lhe são solicitados no formulário que enviamos aquando da sua inscrição.

Ontem, no programa “Grande Plano” da Rádio Voz da Planície, fomos brindados com uma excelente entrevista de cerca de 1 hora a José Filipe Guerreiro, Director do Conselho Executivo do Conservatório Regional do Baixo Alentejo, conduzida por Ana de Freitas.
Tratou-se de uma entrevista pessoal embora tenha havido oportunidade para o ouvir sobre o que pensa sobre o futuro da instituição que gere, sobre o legado de Ernestina e Henriques Pinheiro, a semente e o motor do que hoje esta instituição representa no e para o Alentejo.
Do muito que foi dito gostaria de destacar alguns pontos que me parecem de capital importância:

1 – as qualidades que José Filipe Guerreiro enunciou de Henriques Pinheiro, as quais afirmou ser admirador e fiel seguidor: a integridade de carácter; a tenacidade na prossecução de objectivos; a teoria do acaso (que Henriques Pinheiro defendia como filosofia de vida) que aplicada à gestão traduz-se na aplicação do princípio do “avanço – erro – reformulação”; por último e talvez mais importante, a necessidade imperiosa de formar equipas de pessoas competentes, quiçá a característica que mais frutos rendeu na obra de Henriques Pinheiro.

De facto, uma das áreas onde os teóricos da gestão mais têm investido nos últimos anos é, precisamente, na constituição, dinâmica, animação, manutenção e renovação de equipas, onde os níveis de competência e desempenho individuais sejam sempre muito elevados, reconhecidos e premiados na prossecução de missões e objectivos comuns.
Longe vão os tempos em que se advogava a igualdade cega de tratamento dos elementos de cada equipa independentemente do seu desempenho, pois os resultados verificados indicaram sempre a desmotivação dos mais capazes e empenhados, nivelando o desempenho colectivo por padrões manifestamente medíocres em relação ao potencial do grupo em causa.
Se repararmos nas empresas inseridas em áreas mais competitivas como a química, a financeira e energética, por exemplo, facilmente constatamos que entre as melhores encontramos equipas formadas por especialistas altamente conceituados e premiados pelo seu mérito pessoal na prossecução, evidentemente, dos objectivos colectivos das empresas.
Talvez por ter sido médico hospitalar de profissão ou por dote nato, o Dr. Pinheiro soube chamar a Beja e constituir uma equipa vencedora, desde logo ao convidar, em 1996, José Filipe Guerreiro para integrar a direcção da então Academia de Música do Centro Cultural de Beja, seguindo-se-lhe outras pessoas de capital importância para se atingir, em apenas 10 anos, o que hoje é o Conservatório Regional do Baixo Alentejo.

2 – a forma como José Filipe Guerreiro posicionou o C.R.B.A., como uma Escola de Artes virada para o exterior e não mais tão-só um convencional Conservatório de música dita clássica, revela uma inteligência estratégica imprescindível para que a instituição consiga, por um lado, prestar serviços mais abrangentes e mais de acordo com as necessidades da população (redefine por completo o mercado alvo, obrigando a uma segmentação segura e a formas de distribuição distintas) e, por outro, aumentar, através da diversificação da oferta, a receita de modo a que o C.R.B.A. possa, cada vez mais, aproximar-se de um seu objectivo fundamental – a independência financeira – que o proteja de eventuais pressões partidárias ou meramente clientelares, muito vulgares e descaradas por estas e, se calhar, outras paragens.

Porque o texto já vai longo, apesar de muito mais ter dito de relevante José Filipe Guerreiro, permito-me destacar estes dois pontos, para mim de extrema relevância ou talvez por ser mais sensível à área de gestão em que navego, pontos estes que me fizeram renovar a esperança no futuro desta Escola de Artes, o Conservatório Regional do Baixo Alentejo.
Aguardamos, com expectativa justificada, que José Filipe Guerreiro tenha condições e consiga colocar em prática os tão lúcidos princípios que enunciou.

ps: link para breve súmula do currículo de José Filipe Guerreiro

Decorrerá hoje, pelas 17:00 horas, a mais que merecida homenagem a Ernestina Pinheiro, professora de piano em Beja durante mais de 40 anos, fundadora da Academia de Música de Beja, fundadora do Centro Cultural de Beja, fundadora do Conservatório Regional do Baixo Alentejo, enquadrada numa programção variada levada a cabo por esta última instituição.
O programa da homenagem desconhecemos quase por completo e, consultados o Diário do Alentejo e a Rádio Voz da Planície, o destaque é dado a uma performance institulada “Peças Soltas” a ocorrer no Pax Julia, à noite, sem desvendar de que se trata, quem toca, quem dança, o que será tocado e dançado, quem serão os coreógrafos (se é que os há), encenadores (em caso disso), de que consta, afinal.
Num dia em que homenageia a Sra. D. Ernestina Pinheiro, apenas e só como antiga Directora Pedagógica, experiência que ela própria afirma não ter sido muito gratificante, seria mais do que apropriado fazer desse momento o ponto alto do dia, senão mesmo, o único.
A Sra. D. Ernestina Pinheiro e seu marido, o Sr. Dr. Henriques Pinheiro, formaram uma dupla sem paralelo no panorama cultural da região, à custa de grande labor, tenacidade, seriedade e integridade, sem nunca terem aceitado recorrer a expedientes de tráfico de influências, cujo preço é sempre incalculável, embora de pagamento obrigatório e prolongado.
Bem hajam Sra. D. Ernestina e Dr. Pinheiro!

A morte de Henriques Pinheiro colocava o problema da sua sucessão à frente dos destinos do Centro Cultural de Beja e, por inerência, da presidência do conselho de administração do Conservatório Regional do Baixo Alentejo.
Na altura escrevi que falecera «(…) um homem grande, um homem de causas, de grande exigência consigo próprio, sem medo de contratar profisssionais competentes que o ajudassem a erguer os seus sonhos e não meros “papagaios” que lhe garantissem a ausência de protagonismos alheios (…)» e é com este espírito que endereço a Carreira Marques sinceros votos de sucesso nas novas e nobres funções em que os associados do Centro Cultural de Beja o investiram.
O ex-Presidente da Câmara de Beja é um homem experiente e com uma efectiva ligação à cultura, que foi desenvolvendo ao longo dos anos, em especial nos domínios da literatura e das artes plásticas.

Ateu convicto, herdeiro do anti-clericalismo da 1ª República, Henriques Pinheiro sempre manifestou desagrado pela forma como prestamos a última homenagem aos falecidos, aculturados que estamos pelos costumes da Igreja Católica - na verdade não existem fora das residências espaços próprios para depositar os defuntos que não sejam as igrejas.
Por força destas circunstâncias e por ideia cuja origem desconheço, mas que não andarei longe da verdade se disser que deverá ter partido de José Filipe Guerreiro, o Conservatório Regional do Baixo Alentejo acolheu o corpo de Henriques Pinheiro no seu auditório para o cumprimento das suas exéquias.
O momento revelou-se particularmente intenso, emocional e espiritualmente, sabendo que, apesar do defunto nunca ter demonstrado receio em partir, manifestou por diversas vezes a sua tristeza se tal ocorresse antes da inauguração do belo edifício que é hoje sede do CRBA.
Agradeço a quem teve esta inciativa pois, tendo tido o privilégio de contar com a amizade do Dr. Pinheiro, sei que foi a homenagem mais adequada, simbólica e do seu agrado que poderia ter sido feita.

Henriques PinheiroFaleceu hoje, com 87 anos, o primeiro responsável pelo meu amor pelo Alentejo.
Médico de profissão, Henriques Pinheiro notabilizou-se como o mais profícuo promotor e organizador de eventos culturais no Alentejo, nomeadamente no âmbito da música clássica, de conferências e saraus sobre várias áreas do conhecimento e de reflexão, bem como pioneiro na batalha por um ensino artístico de qualidade.
Antes de Abril de 74 foi representante da Juventude Musical Portuguesa e, mais tarde, da Pró-Arte para o Distrito de Beja.
Consolidada a liberdade, funda, com sua mulher, o Centro Cultural de Beja do qual nasceu a Academia de Música de Beja que, mais tarde, constituída já uma equipa de professores, dá origem ao actual Conservatório Regional do Baixo Alentejo (instituições associativas sem fins lucrativos e das quais Henriques Pinheiro nunca auferiu qualquer vencimento ou honorário), onde se manteve sempre como Presidente do Conselho de Administração, tendo conseguido o feito ímpar de envolver como associados neste projecto todos os municípios do Baixo Alentejo, juntamente com o Centro Cultural de Beja.
Faleceu hoje um homem grande, um homem de causas, de grande exigência consigo próprio, sem medo de contratar profisssionais competentes que o ajudassem a erguer os seus sonhos e não meros “papagaios” que lhe garantissem a ausência de protagonismos alheios, tendo deixado obra feita sem nunca ter cedido a tentações facilitistas de redução dos níveis de qualidade tão em voga nos dias que correm, que apenas atraem incultos em busca de entretenimento em vez de cultivar.
Eu devo-lhe muito, o exemplo de uma vida de lutas em prol da cultura, o Alentejo também, seguramente, exigindo-nos agora o agradecimento e respeito pela sua memória, bem como a continuidade da obra e dos princípios em que ela se erigiu.

ps: fotografia retirada do Diário do Alentejo.

“O Conservatório R. B. Alentejo” e a “MODA – Associação de Cante Alentejano” estabeleceram uma parceria para juntas defenderem e promoverem o Cante Alentejano.
O Conservatório disponibiliza o seu espaço para os ensaios dos Grupos Corais, proporcionando o seu aperfeiçoamento, com o intuito de afirmar o Cante como património cultural do Alentejo reconhecido na região e no País. (Diário do Alentejo)
Parabéns a quem teve a ideia e às 2 instituições pela parceria conseguida que poderá representar um 1º passo para concretização de um sonho - elevar o Cante a Património Mundial.

Há bem pouco tempo falou-se sobre a política cultural da Câmara de Beja sem obviamente se atingir um diálogo sereno e profícuo - há muita gente que desata logo ao insulto (ver os comentários ao post da Marta Mestre) obviamente porque não estará interessada em que se abane o “poiso”
Ora convém dizer que para além do que a Câmara elabora, há em Beja agentes privados capazes de envolver todo o Baixo Alentejo em projectos que relevo de preciosos para a região - refiro-me, mais uma vez, à excelência do Conservatório Regional do Baixo Alentejo.
Com efeito, o CRBA descentraliza as suas iniciativas promovendo as “Semanas da Música” em todos os concelhos seus associados que aderiram a esta iniciativa, compostas por 4 concertos e 2 sessões pedagógicas. Como se trata de um projecto descentralizador, Beja não será contemplada por esta iniciativa pois já beneficia há uns anos das “Jornadas Culturais de Outono”. Baseado nestas premissas as “Semanas da Música” ocorrerão em Aljustrel, Alvito, Almodôvar, Barrancos, Castro Verde, Cuba, Ferreira do Alentejo, Mértola, Moura, Serpa, Sines, Odemira e Vidigueira.
Dos programas a apresentar saliento:
1- a aposta na música de câmara em detrimento de recitais a solo;
2- o facto dos agrupamentos serem constituídos por músicos que residem ou trabalham no Alentejo;
3 - a Orquestra do Baixo Alentejo.
Exactamente, Orquestra do Baixo Alentejo que já conta com mais de 200 actuações em 5 anos de existência e tem uma qualidade inesperada para uma instituição que não aufere qualquer subsídio permanente, estatal ou autárquico, para a sua existência. Este facto é tanto ou mais importante porquanto desde o tempo em que Rui Vieira Nery foi Secretário de Estado da Cultura que se determinou que a haver uma orquestra no Alentejo ela teria de ser sediada em Évora tendo sido atribuídas verbas para o efeito em detrimento de Beja,.
Ora Évora nunca conseguiu erguer uma orquestra com um mínio de qualidade ou progamação periódica nem tão pouco se sabe onde estarão as aludidas verbas, enquanto que Beja constituiu a sua, que funciona, tem qualidade e auto-promove-se com o apoio do Conservatório Regional do Baixo Alentejo e de instituições públicas e privadas que financiam pontualmente as suas actuações como sejam o agora denominado Instituto das Artes, o Ministério da Cultura, o Governo Civil de Beja, a Delta Cafés, o Correio da Manhã, a RTP, a Rádio Voz da Planície e o Diário do Alentejo, no presente caso das “Semanas da Música”.
Ao que ouvi dizer, o anterior Ministro da Cultura teria já adiantado que iria avançar com o apoio a uma orquestra para o Alentejo sediada em Beja, tendo para tal contribuído em muito o empenho do Governador Civil de Beja. Ora, mudaram os governantes (não o governo, ao que parece) e corremos o risco de regressar à estaca zero.
Esperemos que não e esperemos que quando se falar de cultura no Baixo Alentejo não se fale só do que as Câmaras fazem, mas também do que permitem ou não que agentes, promotores e programadores independentes possam fazer. É que será tanto ou mais grave o que não permitem que a sociedade civil realize do que o que elas, per si, não farão!

O Conservatório Regional do Baixo Alentejo (CRBA) promove de 31 de Maio a 4 de Junho a «Semana da Música do Sec. XX» na sua sede na Praça de República, em Beja. O programa é variado numa conjugação de esforços entre professores e alunos, não descura os compositores portugueses, representando um grande esforço de divulgação junto da comunidade em que está inserido e a quem se dirige esta iniciativa, o Baixo Alentejo.
Aqui deixo o programa, lamentando não ter conseguido, até ao momento, a informação das obras que professores e alunos executarão:

31 de Maio:
9h00 Horas - Inauguração da Exposição Temática - Átrio da Entrada do Conservatório que estará patente durante todo o evento havendo sempre um professor para acolher e apresentar a referida exposição.
Manhã - Visitas das Escolas do 1º e 2º ciclos da cidade de Beja à exposição e Workshops de danças do Século XX (rock, twist, salsa, etc.) - Mini Auditório do Conservatório.
Noite - 21h30 Horas - Concerto de Professores - Mini Auditório do Conservatório (Saxofone + Piano; Duo de Clarinetes; Trio de Metais + Piano e Piano + Violino)

1 de Junho:
Manhã - Visitas das Escolas 1º e 2º ciclos da cidade de Beja à exposição e Workshops de danças do Século XX (rock, twist, salsa, etc.) - Mini Auditório do Conservatório.
Noite - 21.30 Horas - Audição de alunos - Mini Auditório do Conservatório.

2 de Junho:
Manhã (10.00 às 11.00; 11.30 às 12.30) - Workshops de danças do Século XX (rock, twist, salsa, etc.) para as Escolas do 1º e 2º ciclos da cidade de Beja - Auditório da Casa da Cultura de Beja.
Tarde (14.30 às 15.30; 16.00 às 17.00) - Workshops de danças do Século XX (rock, twist, salsa, etc.) para as Escolas do 1º e 2º ciclos da cidade de Beja - Auditório da Casa da Cultura de Beja.
18.30 Horas - Apresentação de coreografias sobre as danças do Século XX, com alunos do Conservatório - Auditório da Casa da Cultura de Beja.
19.30 Horas - Seminário: “A emancipação da dissonância e a dissolução do tonalismo” - Mini Auditório do Conservatório.
Noite - 21.30 Horas - Concerto de Professores - Mini Auditório do Conservatório(Tuba; Viola Dedilhada; Violoncelo + Piano).

3 de Junho:
Manhã - Visitas das Escolas do 1º e 2º ciclos da cidade de Beja à exposição e Workshops de danças do Século XX (rock, twist, salsa, etc.) - Mini Auditório do Conservatório.
Tarde - 19.00 Horas - Seminário: “Prélude à l’aprés midi dune faune” de C. Debussy - Mini Auditório do Conservatório.
Noite - 21.30 Horas - Concerto de Professores - Igreja da Sé de Beja. (Órgão a Solo; Órgão + Flauta Transversal; Órgão + Saxofone; Viola Dedilhada.)

4 de Junho:
Manhã - Visitas das Escolas do 1º e 2º ciclos da cidade de Beja à exposição e Workshops de danças do Século XX (rock, twist, salsa, etc.) - Mini Auditório do Conservatório.
Tarde - 20.00 Horas - Audição de alunos - Mini Auditório do Conservatório.

Assim, “valapena”!

Saímos da nossa escola às 9h 15m e chegámos ao conservatório às 9h 30m.
Houve uma senhora que nos recebeu. Depois o professor Nuno mostrou-nos várias coisas sobre o cravo, o piano, o acordeão e o orgão. Sobre o piano aprendemos por exemplo que tem 88 teclas, que tem um martelo para bater nas cordas e dar som.
O acordeão dá som porque as teclas trabalham com o ar. O cravo tem uns saltitantes que beliscam as cordas e por isso nos dá o som, um som muito bonito!
O orgão, também chamado de “Rei dos Instrumentos”, também nos foi mostrado e explicado que dá som muito grave devido ao ar.
Gostamos muito da visita e recomendamos!!!

Este texto foi retirado da edição n.º 7, de Abril de 2004, da revista «Girassol», publicação trimestral dos alunos do «Jardim Infantil Nossa Senhora da Conceição», em Beja, da responsabilidade da turma do 4º ano.
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