
António Sousa Homem irá a Lisboa na próxima quarta-feita, dia 25, à s 18:30, para o lançamento do seu livro Os Males da Existência. Crónicas de um Reaccionário Minhoto… [Ler mais em Origem das Espécies por Francisco José Viegas]

António Sousa Homem irá a Lisboa na próxima quarta-feita, dia 25, à s 18:30, para o lançamento do seu livro Os Males da Existência. Crónicas de um Reaccionário Minhoto… [Ler mais em Origem das Espécies por Francisco José Viegas]
Valter Hugo Mãe lançará, em Julho, o seu novo livro O Apocalipse dos Trabalhadores. Deixo uma imagem da capa e um vÃdeo enviado, via myspace, pelo autor. Para mais informações ir até à Casa de Osso.
Este ano, no Dia Mundial do Livro, limito-me a transmitir-vos a minha alegria por voltar a ter para ler a LER, a revista, novamente dirigida por Francisco José Viegas (link), que quando vivi por outras paragens me confortou e ligou a esta terra, que parece ser cada vez mais só de terra e da lÃngua.
Amanhã irei correr as bancas a ver se já a encontro.
ps: imagem retirado do blogue “LER Blogue“
Expressão na Rede - O Caso dos Blogues, livro de LuÃs Carmelo, será apresentado dia 6 de Março, à s 18:30h, na Casa Fernando Pessoa, por Eduardo Pitta.
Depois da apresentação haverá lugar a um debate sob o tema “o modo como as linguagens seculares (que aprendemos sem ter em conta a rede) se moldam, hoje em dia, à rede e mais concretamente aos blogues” com Carla Hilário Quevedo, Isabela, Pedro Rolo Duarte e Vasco M. Barreto, moderado por Paulo Gorjão.
Madalena Sá e Costa, uma das mais insÃgnes discÃpulas de Guilhermina Suggia e neta do fundador do Conservatório de Música do Porto, Bernardo Moreira de Sá, lança um livro há muito prometido e aguardado - “Memórias e Recordações“.
O lançamento de “Memórias e Recordações” ocorrerá na Casa da Música, dia 24 de Fevereiro, à s 19:00h, na sala 2, iniciativa enquadrada numa série de 6 concertos a decorrer de hoje a Domingo na Casa da Música em homenagem a Guilhermina Suggia.
Pode ser que o violoncelo “Montagnama” que Suggia legou ao Conservatório do Porto apareça, mais uma vez, de relance…
Não será demais relembrar o hercúleo trabalho de VirgÃlio Marques na constituição da Associação Guilhermina Suggia para que uma das melhores violoncelistas de sempre não fosse definitivamente apagada da nossa memória colectiva.

É já amanhã, dia 25, que o livro do Rogério Santos, INDÚSTRIAS CULTURAIS - Imagens, Valores e Consumos, editado pela Edições 70, será lançado na livraria Almedina, ao Saldanha (Lisboa), pelas 19:00.
Prefaciado por Isabel Capeloa Gil, trata-se de um livro, seguindo as palavras do autor, que reflecte os textos que foi escrevendo no seu blogue - Indústrias Culturais.
Para o Rogério Santos, amigo e companheiro nesta caminhada blogosférica, segue daqui um abraço.
Depois de O peso do Silêncio (link), o João Norte do intro.vertido lança agora o O Vale do Moinho, que será apresentado por Isabel Quitério e pelo autor no dia 12 de Outubro, no Café Bar Populus, nas Caldas da RaÃnha, pelas 21:00 horas, em sessão aberta.
No meio de muitas tão in blogosféricas correntezas, uma me chega, via Zazie, que achei engraçada - quais os livros que mudaram a minha vida? Engraçada a ideia? Talvez nem tanto, mas o que me deu para rir foi pensar nisso e constatar que, afinal, os que me mudaram não foram os melhores, nem os que mais recordações guardo, nem sequer os que mais releio. Mudaram-me e mudaram a minha forma de estar e pensar, é (foi) assim!
Aqui vai, então uma lista por ordem cronológica:
- Cartilha Maternal de João de Deus, por onde a minha tia-avó me ensinou as primeiras letras e a ler;
- Os Cinco na Ilha do Tesouro de Enid Blyton (de quem se comemora este ano o centenário do nascimento), o primeiro da colecção dos cinco que me despertou para a leitura;
- A Queda de um Anjo de Camilo Castelo Branco, livro que me apresentou o encanto da arte de bem escrever em português;
- O Capital de Karl Marx que marcou definitivamente o meu pensamento e que durante alguns anos (poucos felizmente), devido à apropriação ideológica de outros autores e polÃticos, implicou que o viesse a reler por ter induzido conclusões apriorÃsticas que lá não se encontravam;
- Uma FamÃlia Inglesa, Os Fidalgos da Casa Mourisca, A Morgadinha dos Canaviais e As Pupilas do Senhor Reitor de Júlio Diniz, cuja releitura me valeu mais para compreender os quadros mentais de oitocentos do que todos os livros, manuais, sebentas e resenhas de historiadores;
- A Ética Protestante e o EspÃrito do Capitalismo de Max Weber, livro que me obrigou a reler e a compreender o que Marx, afinal, escreveu e quis dizer em O Capital;
- O Paradigma Perdido de Edgar Morin por me centrar naquilo que o Homem pode e deve fazer em vez da indignação e revolta sobre aquilo que de mau fez e continua a fazer e sempre fará;
- A Era do Vazio de Gilles Lipovetski por me desamarrar de prisões ideológicas e me colocar nos dias que correm.
Bom, segue a corrente para o António Costa Amaral, para o Francisco Nunes, para o Piotr Korpotkine, para a Alice Valente, para a Gi, para o Tiago Barbosa Ribeiro, para a Maria do Rosário Fardilha, para o HVA, para o Paulo Bastos e para o Rui Rebelo.
A IX edição de Palavras Andarilhas promovido pela Biblioteca Municipal de Beja e pela Associação de Defesa do Património de Beja arranca já no próximo dia 17 e decorrerá até 22 de Setembro.
O Palavras Andarilhas é um Encontro/Festival de Contadores de histórias ou, como a organização gosta de designar, um Encontro de Aprendizes do Contar.
Este ano abrem-se outras portas de Beja - a Praça da República, a Igreja da Misericórdia e A Casa - e mais eventos:
- Festival da Narração Oral;
- Estafeta de Contos;
- Feira do Livro e da Leitura;
- Oficinas (oficinas de narração e oficinas sobre mediação leitora);
- Momentos Musicais.
O programa completo pode ser descarregado a partir do sÃtio da Câmara de Beja (LINK directo).
É o desafio agora da Maria do Rosário Fardilha no Divas & Contrabaixos. Já atrás tinha respondido não aos últimos, mas aos que ando a ler, mas livros é uma cadeia que não me importo nada de reincidir, embora alguns ainda se mantenham:
- Complexity and Innovation in Organizations de José Fonseca;
- A reprodução social e cultural na era digital de José Manuel Silva;
- O Crepúsculo do Dever de Gilles Lipovetsky;
- Librorum Monimenta - Imagens da cultura eborense (séculos XVI_XVIII) de Arnaldo EspÃrito Santo, Cristina Pimentel, Cláudia Teixeira e Aramando Martins;
- Os Filhos da Rua Arbat de Anatoli Ribakov;
- História do Galego-Português - Estado linguÃstico da Galiza e do Noroeste de Portugal desde o século Xiii ao século XVI de Clarinda de Azevedo Maia;
- A Corrosão do Carácter de Richard Sennet em boa hora oferecido por este amigo.
Desta vez endereço o desafio: à Alice Valente, à Ana C., à Cristina, à Gi, ao Paulo Bastos e ao Piotr Kropotkine.
Lançado pela Emiele, o amigo Raul envia-me a comenda, mas o alzheimer não me ajuda a lembrar de tanta coisa! Aqui vão, no entanto, os livros que estou a ler e a reler:
- Complexity and Innovation in Organizations de José Fonseca;
- A Embriaguez Democrática de Alain Minc;
- O Crepúsculo do Dever de Gilles Lipovetsky;
- In Memoriam Bernardo V. Moreira de Sá de vários;
- Lettres à un jeune Pianiste de Jean Fassina;
- À Queima-Roupa de Dragão;
- Que é Arte? de Abel Salazar;
- A Corrosão do Carácter de Richard Sennet em boa hora oferecido por este amigo.
Já cá canta o À Queima-Roupa do Dragão, uma antologia de textos do Dragoscópio, que afinal, desvenda agora, é César Augusto, com uma dedicatória que revela, acima de demais, uma amizade blogosférica.
César Augusto Dragão? Sim, é o pseudónimo de autor, mas lá para o fim consta o verdadeiro nome da pessoa…, vá, comprem e ficarão a saber tanto como eu.
Sendo uma antologia com 317 páginas não poderia conter o Dicionário Sheltox Concise, mas o autor adverte que este será objecto de futura edição com autonomia própria.
Do prefácio retiro um excerto:
Do Dragoscópio apenas gostaria de sublinhar um aspecto que julgo essencial e determinante: Tanto quanto uma página de humor, o “dragoscópio” é uma montra de humores - os meus. Não é, pois, o mero megafone de serviço à s minhas ideias, convicções religiosas, polÃticas, sexuais, ou quaisquer outras.
Creio que não devo importunar as pessoas com isso. Porque se eu tenho as minhas, os outros, naturalmente, têm as deles. E os prolongamentos, mais ou menos patéticos, do ego e de cada qual, já são suficientemente infestantes neste coisa dos blogues (bem como, infelizmente, no mundo em geral) , para que eu agrave ainda mais o monturo com o débito torrentuoso dos meus. Além do mais, se bem estou recordado e a memória não me falha, não contraà matrimónio com a Verdade, em modo ou tempo algum, o que, se por um lado me veda o acesso às ufanias de quem com ela partilha diariamente o tálamo, por outro, isenta-me das ilusões e do peso das rendilhadas armações de hastes fatalmente inerentes a tão fantástica condição.
Neste Dia Mundial do Livro deixo estes quadros para reflexão:

(via Marktest)

(via Marktest)
Para o livro isto interessa, aumento de 58% de leitores de livros na última década, atigindo os 3 milhões de leitores de livros em 2006, mas ficamos sem saber, neste estudo da Marktest, que livros são esses.
Não contava, essa é a verdade, mas foi com alegria que encomendei a edição de autor em papel e belÃssima encadernação do Dragão, sob o tÃtulo À Queima-Roupa, autor assumidissimamente anónimo do Dragoscópio, um dos blogues que mais prazer de leitura me dá, tanto pela excepcional qualidade da escrita como pelo conteúdo.
Diz o autor assim, retirado daqui:
3. Estamos a falar efectivamente de um livro; não de um desses blocos de folhas mal amanhadas e pior coladas, embrulhados a cartolina estampada, que a indústria despeja -quando não bolsa - pelos escaparates. É, de facto, um livro na acepção genuÃna do termo: são folhas devidamente cosidas e encadernadas - encadernação a pele de réptil (sintética, naturalmente; não desejarÃamos contribuir para a extinção dos meus parentes terrestres, nem, consequentemente, tornarmo-nos alvos da ira das boas gentes ecologistas). Era, aliás, importante que a excelência do veÃculo compensasse da humildade da carga.
4. Custa a módica (e vergonhosa! infame!) quantia de 25€ (mais os portes de envio pelo correio, aproximadamente 2€, para Portugal Continental). Aproveito para afiançar que não tenciono ficar rico. Grande parte da receita reverte para o encadernador aqui do bairro, velho artesão que bem precisa.
5. É uma edição não industrial e não destinada ao grande público, mas ao escol da humanidade que são os leitores deste famigerado blogue. Ou seja, na matéria e na forma, o artigo é produto integral de mãos humanas e destina-se a seres humanos. Os semideuses ainda vão ter que esperar.
é o tÃtulo do novo romance de LuÃs Carmelo, o décimo, a ser editado pela Guerra e Paz, cujo lançamento está agendado para as livrarias do Corte Inglês, em Lisboa a 6 de Março pelas 18:30h, com apresentação de Francisco José Viegas, e em Gaia, a 13 de Março à mesma hora, estando a apresentação assegurada por João Pereira Coutinho.
Sala cheia e eu também. Falou quem estava previsto (parabéns à organização) e tudo correu em conformidade com o conformado.
Nova escaparate! Mais livros!
O Barmane foi excelente (onde terá arranjado aquela fatiota tão gira?).
A autora então falou, pouco, o bastante para encantar, mesmo os que escantados já estavam.
À Ana Roque pelo segundo aniversário do seu Modus Vivendi que acaba de ser editado em livro pela “Leiturascom.net” onde pode ser adquirido “on-line”.
De fonte que pediu o anonimato soube que Francisco José Viegas, que acaba de lançar Longe de Manaus, no “Hennessy’sâ€?, em Lisboa e no “Bonaparteâ€?, no Porto, não será convidado a apresentar este seu último romance pelo programa “Livro Aberto“, o melhor programa de livros da televisão portuguesa.
«Crisálidas, de Maria Ledo, foi a obra vencedora do Prémio Literário “Diário do Alentejo”» é notÃcia muito grata deste jornal.
Trata-se da primeira edição deste Prémio em boa hora instituÃdo pelo Diário do Alentejo, tendo sido atribuÃdo por unanimidade pelo júri composto por Carreira Marques (Pedra a Pedra), LuÃs Carmelo (Miniscente) e Paulo Barriga.
É destas iniciativas que o Alentejo necessita, de incentivos fora da vulgaridade que grassa nos aparelhos partidários locais que inquinam, inexoravelmente, tudo quanto possa mexer, dar votos e poder!
Os nossos parabéns ao Diário do Alentejo e, claro, à premiada, Maria Ledo.