Ideias Soltas

se aqui não fora em mim só seria

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Give Peace a Chance de John Lennon por vários, em 1991, é a proposta que deixo para este Dia Internacional de Música.

A música consegue comunicar, interagir e entender-se com outras culturas de uma forma que é inviável através da palavra, porque não há palavras que cheguem para dar significado a todo um turbilhão de emoções.
Jordi Savall

A propósito de Sir Roland Hanna chegamos ao New York Jazz Quartet, mais concretamente ao album Surge de 1977, com Sir Roland Hanna, Frank Wess em fautas e saxofones, George Mraz em contrabaixo e Richard Pratt na bateria, que tanta saudade deixou ao Rui Rebelo do Anacruses.



ATENÇÃO: clique em posts para escolher e ajuste o volume.

Deixo dois temas, 87th Street e Big Bad Henry: o primeiro, um blue, que deverá estar presente em qualquer história do Jazz; o segundo porque há pouco falámos de contrabaixistas e George Mraz é mais um que merece ser lembrado, pelo timbre, presença e som - após George Mraz o som do Contrabaixo no Jazz não voltou a ser mais o mesmo cujos paradigmas eram até então Ron Carter e Ray Brown.

Nunca entendi que razão haverá para que os baixistas e contrabaixistas sejam dos menos enaltecidos entre os músicos de uma banda, apesar de terem sob a sua quase exclusiva responsabilidade (juntamente com o baterista) o carácter da interpretação, o tempo, o swing, a inclinação, enfim o groove como hoje se diz.
Vem isto a propósito de uma interessante conversa entre o Paulo Bastos e o Paulo Mesquita no Tónica Dominante sobre Victor Wooten, um dos actuais gurus do baixo eléctrico.
A eles dedico Double Feature, da autoria de Stanley Clarke e Sonny Rollins e tocado em duo pelos dois, incluído no LP Love at the First Sight de Sonny Rollins, editado em 1980, que há 27 anos me acompanha como paradigma do diálogo perfeito (se é que a perfeição em música pode ser alguma vez conseguida) entre um saxofone e um baixo.

Pico

Tita

Ricardo Serrano

A Preto

Fronteira

Ricardo Serrano

Amigo de há 30 anos o Ricardo foi fazendo, pé ante pé, sem barulho, sem busca de mediatismos, a sua música, sem preocupação de se restringir a este ou aquele género, sempre procurando que a sua música fosse ele - acústica, rock, pop, electrónica…
Sei que não há muita gente a conhecer a sua música; sei que só há pouco o Ricardo a começou a colocar online; sei que o Ricardo merecia outro lugar, outra divulgação e outra estima.
Deixo-vos O Lugar do Corpo, tema do seu CD O Silêncio das Esferas, para ouvirem e os links para os sítios onde o poderão conhecer melhor como pessoa e como músico.



Ricardo Serrano em:
- o seu sítio no Myspace;
- a sua música no GarageBand;
- o seu blogue.

Como é que Diane Schuur ainda é considerada uma cantora de segunda ou terceira escolha? Será por ter estado sempre inserida no kitsch da GRP? Ela não tem culpa, a sua voz e soul perdoam tudo.
Ouçam este blue, Reverend Lee, and let the soul enter inside you!

Dias da MusicaAnunciado o fim da Festa da Música por iniciativa de Mega Ferreira, uma parceria entre a Câmara de Lisboa e a UNICER permite os Dias da Música, dedicados ao piano, que decorrem este fim de semana.
Nesta iniciativa do Centro Cultural de Belém destaco a aposta em patrocínios privados e a programação que, se bem que à semelhança do que disse em relação à Casa da Música, sente-se, aqui e ali, uma tendência para a inclusão de amigos, traz alguns excelentes pianistas que, se pudesse, tentaria não perder:

portugueses:
Maria João Pires, Artur Pizarro, António Rosado, Miguel Henriques, Miguel Borges Coelho, Bernardo Sassetti.

estrangeiros:
Pascal Rogé, Piotr Anderszewski, Elena Rozanova, Valentina Igoshina, Ami Hakuno.

Quem como eu gosta de música e teve digestões difíceis aquando da passagem dos Lp’s para os CD’s, destes para o MP3, preparem-se porque a Web 2.0 (a net em rede ou net social) dará muito brevemente a estocada final no mercado de CD’s.
De há uns anos a esta parte a conjugação entre a facilidade de downloads de música e sua partilha, o incremento da qualidade das conversões para MP3 e a massificação dos leitores portáteis (geração iPod) vem causando sérios danos à venda de CD’s e, consequentemente, à sustentabilidade das editoras. Muitos auguraram o pior, o fim do negócio da música, a falência das editoras e dos músicos, mas nestas coisas de futurologia convém ter algumas cautelas sob pena de o tempo se encarregar de reduzir a pó as mais brilhantes teses e afins.
The Do Band Em boa verdade, conforme Paulo Gomes escreveu e aqui transcrevi, se parece agora certo que as editoras serão muito mais selectivas, reservando as suas iniciativas a mercados muito mais vastos (atente-se nas fusões a nível mundial), a verdade é que dá ideia de que os músicos começam a agarrar uma nova oportunidade de negócio, via internet, criando os seus próprios espaços para divulgação dos seus trabalhos através de um bom marketing de rede (social web) - começam por colocar a sua música, divulgá-la pelos seus social bookmarks, permitir alguns downloads gratuitos e outros a muito baixo custo, conseguindo medir, com um grau de risco muito mais reduzido, a receptividade do consumidor e, claro, a viabilidade de eles próprios de produzirem e editarem.Ishkur
Um caso muito recente da aplicação desta técnica com bons resultados é a dos The DO (o “o” é traçado como o zero), um duo formado pela finlandesa Olivia B. Merilahti (voz e guitarra) e Dan Levy (multi-instrumentista) que poderão ser os pioneiros da pop music de sucesso nascida na net, veja-se o sucesso do seu myspace, com temas já sacados pelos media ingleses e norte-americanos, radiodifundidos e incluídos nos top 20 como The Bridge is Broken e Song for Lovers.
Paulo GomesNoutros géneros musicais e em Portugal também o caminho parece começar a ser desbravado: no Jazz, Paulo Gomes, por exemplo, já aposta mais no seu myspace do que no seu próprio site; no Black Metal o Ishkur tem uma experiência em rede bem vigorosa através de uma interligação estreita entre o seu myspace, o seu Hi5, o last-fm e o seu site!
Os novos tempos da WEB 2.0, da social web, onde a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva (Tim O’Reilly traduzido para a Wikipédia em português) poderá, afinal, revelar-se amiga dos músicos ao revelar-se como o principal canal de distribuição da música, mas muito dura para com os intermediários e editores.
É curioso constatar que enquanto a blogosfera e os media, editados, em geral, por um grupo etário mais elevado, ainda debatem e rebatem as virtualidades da Web 2.0, os mais jovens, seja através dos grupos, do myspace, do hi5, da last.fm ou do Spaces Live, movem-se e intercomunicam já com naturalidade e sem perda de tempo em considerações teóricas na Social Web!
Uma questão geracional? Não sei! Certo estou é de que os marketeers terão muito que fazer para se adaptarem aos novos e poderosos canais de distribuição que a net proporciona.

Primavera Musical 2007 é o título do 13.º Festival Internacional de Música de Castelo Branco que hoje inicia, organizado pelo Conservatório Regional local e que decorrerá até 13 de Junho.

Primavera Musical

PROGRAMA:
5 Maio 2007. 21h30
Cine-Teatro Avenida
JAQUES MORELENBAUM – Trio Cello Samba

18 Maio 2007.21h30
Cine-Teatro Avenida
ORQUESTRA SINFÓNICA DA ESART
Concerto dedicado a Luís Pio

19 Maio 2007.21h30
Cine-Teatro Avenida
MÃ?RIO LAGINHA e BERNARDO SASSETTI (dois pianos)
Concerto dedicado a ZECA AFONSO

23 Maio 2007.20h00
Governo Civil de Castelo Branco
ORLANDO CONSORT
“Food, Wine and Song� - Concerto com degustação

25 Maio 2007.21h30
Conservatório Regional de Castelo Branco
Concerto Jovens Intérpretes
DIANA VIEIRA e SAÚL PICADO (piano)

26 Maio 2007.21h30
Museu de Francisco Tavares Proença Júnior
TRIO HANTAÃ?

7 Junho 2007.21h30
Conservatório Regional de Castelo Branco
MOSCOW PIANO QUARTET
“Mosaico Musical�

8 Junho 2007.21h30
Instituto Português de Juventude
CARDUCCI QUARTET (quarteto de cordas)

9 e 10 de Maio
Das 18 às 19h30, no Cybercentro de Castelo Branco
CURSO LIVRE “SOLO BACH�, por César Viana
Um pequeno curso dedicado às Suites para Violoncelo Solo

11 e 13 de Maio
Governo Civil de Castelo Branco
BRUNO BORRALHINHO (violoncelo)
Ciclo SOLO BACH – Integral das Suites para Violoncelo Solo

13 de Junho
Instituto Português da Juventude
(DES) CONCERTANTE TRIO
Vencedor do FOLEFEST 2007, categoria de Música de Câmara

CICLO DE CINEMA
Cine-Teatro Avenida, 21h30
1 de Maio – Cidade de Deus, de F. Meirelles
8 de Maio – Sarabande, de I. Bergman
15 de Maio – Amarcord, de F. Fellini

ITINERÂNCIA NAS FREGUESIAS
4 concertos realizados pelo QUARTETO INDÃ?GO (clarinetes)
Dias 10 e 12 de Maio e 1, 2 de Junho

Birdland, audição diária e frenética nos finais de 70 e princípios de 80, com o Eurico C. na memória (a quem dedico o post) que conseguia numa guitarra acústica, quase, quase, o cover perfeito da entrada do grande Pastorius, o expoente máximo do baixo eléctrico no período da fusão! Weather Report a melhor banda de fusão de sempre …, e para sempre.


Weather Report - Birdland ao vivo

Por falar em música de ontem e de hoje e de música para dançar e do empalhado James Brown, aqui vos deixo Gimme your Love por Aretha Franklin e James Brown:

Let’s feel the soul and dance! Bom fim de semana.

Tem a nossa memória o condão não só de recordar como de profanar o tempo ao recolocar-nos em vivências passadas sem tempo que as apague.
Vem isto a propósito do Firth of the Firth dos Genesis que, apesar de cortado e com péssimo som, aqui coloco com dedicatória especial para o Ricardo, o Quico, a Susana e a Malú com quem o convivi intensamente.

Miso Ensemble - Improvisations

Miso Ensemble - Electricity +Alain Neveux e o fagotista Robert Glassburner juntam-se amanhã, Sábado, pelas 21:30h, ao Miso Ensemble no Teatro Municipal da Guarda onde serão apresentados os 2 últimos trabalhos desta formação: Miso Ensemble Volume III - Improvisations e Miso Ensemble Volume IV - Electricity +.
Paula e Miguel Azguime, os membros do Miso Ensemble, são quem mais tem feito em Portugal pela divulgação da música electroacústica e da música contemporânea portuguesa, em geral (veja-se o sítio da Miso Music Portugal), mas a vinda de Alain Neveux a Portugal justifica, só por si, uma viagem até à Guarda.
Alain Neveux, personagem algo tímida e pouco dada à sua promoção pessoal, é um dos mais brilhantes pianistas da actualidade no panorama da música contemporânea, sendo responsável por um CD da Accord onde encontro as mais bem conseguidas interpretações de 3 Stücke, op. 11, 6 Kleine Klavierstücke, op. 19, 5 Stücke, op. 23, da Suite, op. 25 e das 2 Stücke, op. 33a & 33b de Schöenberg, da Sonata op.1 de Alban Berg e das Variations op. 27 de Anton Webern, conforme tive já ocasião de divulgar.
Vale a pena ir à Guarda amanhã!


Deixo-vos com Cecil Taylor (que saudade!!!) a solo durante uns dias que estarei fora.




ps: ajustar o volume para cerca de 3/4 do máximo.

Nude - Bill Brandt
fotografia: Nude, 1952, de Bill Brandt



Sonny RollinsVia Improvisos ao Sul sou apanhado de surpresa pelo facto de Sonny Rollins ter obtido o Polar Music Prize Award for 2007 juntamente com Steve Reich.
Sobre Steve Reich e o minimalismo deixo para os amantes e especialistas o ônus de escreverem. Sobre Sonny Rollins já escrevi bastante, mas deixo aqui o agradecimento ao António Branco, a transcrição do texto que está no sítio do Polar Music, um link para o vídeo de divulgação dos premiados e um podcast com 3 temas do album “Saxophone Colossus” de Sonny Rollins, gravado em 1956, um dos melhores trabalhos de Jazz de sempre.
O Blue 7 é o tema de Jazz que mexe comigo - improvisação quase toda apoiada sobre a 7ª m, a 2ª M e a 5ª bemol, permitimdo progressões invulgares de 4ª aumentada; o You Don’t Know what Love Is é uma balada que pareceria inverosímil ter sido interpretada pelo mais elevado expoente do Hard Bop; o St. Thomas, não sendo um dos meus favoritos, é um dos temas mais conhecidos do Sonny pelo facto de ter sido o 1º calipso a ter um tratamento jazzístico, género que o saxofonista nunca mais deixou de abordar.



Sonny Rollins - Sax tenor
Tommy Flanagan - Piano
Doug Waltkins - Contrabaixo
Max Roach - bateria

STEVE REICH & SONNY ROLLINS
WINNERS OF THE POLAR MUSIC PRIZE FOR 2007

The winners of the Polar Music Prize Award for 2007, were unveiled on Thursday the 25th of January at The Royal Swedish Academy of Music in Stockholm. The Chairman of the Board and Award Committee, Mr. Åke Holmquist, read the Award Committee’s citations.

The Sonny Rollins Citation
The 2007 Polar Music Prize is awarded to the American tenor saxophonist and composer Sonny Rollins, one of the most powerful and personal voices in jazz for more than 50 years. Sonny Rollins has elevated the unaccompanied solo to the highest artistic level – all characterised by a distinctive and powerful sound, irresistible swing and an individual musical sense of humour.
He is still active and the greatest remaining master from one of jazz’s seminal eras.

ps: ver entradas relacionadas com Sonny Rollins.

Já passei sem me fixar por alguns desses programas dos Cartaxo & C.º, Grandes Músicas, e é verdade, Henrique Silveira, ou seja, quase! O cravo não é precursor do piano, mas o que foi dito é que os Prelúdos e Fugas de Back soariam melhor num piano moderno e, zás, lá aparace o cartaxinho!
Não ouso esperar que passasse com Glen Gould, mas tanto bom pianista português e tem de passar o familiar ou o Domingos…
Sobre o Domingos António já disse umas coisitas aqui e aqui, mas espera que ainda vais vê-lo, em calhando, na série de programas que o A. Victorino d’Almeida está a preparar sobre a história do piano! Vai uma apostinha?

Tracy Chapman em videoclip promocional com a presença de Dianne Reeves como que a sorver este blue.
Bom fim de semana.

Para o António Branco que mantém o Improvisos ao Sul como a referência blogosférica de Jazz.

How High is the Moon com trio no 1º vídeo e That’s All com orquestra no 2º.

Numa das edições do Público da semana passada, Emmanuel Nunes, sobre a ópera que lhe foi encomendada pelo S. Carlos, declarou que a sua encomenda não estaria concluída por decisão de Paoço Pinamonti, director do Teatro Nacional de S. Carlos.
Tendo eu o maior respeito pelo compositor, devo lamentar este tipo de declarações, colocando-me ao lado do que o Henrique Silveira escreveu a este propósito aqui e aqui.
Registando o facto de Henrique Silveira ter citado Stockhausen para menosprezar Emmanuel Nunes desconhecendo, talvez, o calvário por que este passou para entrar para professor do Conservatório Nacinal Superior de Paris onde, em vários concursos públicos, foi absurdamente afastado em benefício dos pupilozitos de Stockhausen, então muito em voga, devo dizer que, considerando que se conquista o respeito pela rectidão de carácter, não tem obtido Emmanuel Nunes pela palavra o que obteve, justamente, pela música que compôs.
Neste embróglio, ao que parece, não andará bem o Secretário de Estado Mário Vieira de Carvalho ao permitir tudo, ou quase tudo, a Emmanuel Nunes quando, aparentemente, não terá cedido com esta complacência aos mimos, muito mais fáceis de afagar, de Maria João Pires e do seu projecto de Belgais, projecto muito mais relevante para o país do que uma ópera de Emmanuel Nunes.

Via Teresa Cascudo do Contemporá/âneas chego à notícia do lançamento do 1º Cd da integral das obras de piano de Ravel por Artur Pizarro e quedo-me…, quedo-me a interrogar sobre que pequenez é esta que não acolhe os grandes para grande poder ser.

A Deutsche Grammophon lançou em tempos uma compilação das suas gravações composta por 40 livros (traduzidos em português) com 2 CD’s em cada um.

Deutsche Grammophon - grande seleccao

Por me parecer uma boa forma de constituir uma fonoteca básica de aproximação à música clássica, através dos clássicos, achei por bem divulgar aqui que por 9,95€ o (diacho, nunca pensei citar este jornal)

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Ben Webster Quartet - How Long Has Thing Been Going On de G. e I. Gershwin

Sábado, pelas 23:00h, a Trupe Vocal, um dos agrupamentos mais conseguidos do jazz português apesar de pouco conhecido, apresentar-se-á no Tertúlia Castelense, no Castelo da Maia.

Trupe Vocal

Fátima Serro – Voz
Kiko – Voz
Maria João Mendes - Voz
Paulo Gomes – Piano
Hugo Carvalhais – Contrabaixo
Leandro Leonet - Bateria

Em 1980 Michael Brecker forma novo grupo com Mike Mainieri, Steps Ahead, onde apresenta o novo invento da Akai, o saxofone sintetizador, mais tarde conhecido por EWI, tendo sido o que mais longe levou a exploração das virtualidades desse artefacto electrónico.

Michael Brecker e seu irmão Randy ficaram conhecidos como os The Brecker Brothers quando, muito jovens, apareceram ao lado de Frank Zappa, constituíndo em 1975 uma banda com esse nome, uma das mais lendárias de funkie/fusão juntamente com os Weather Report, após o mote deixado pelo quinteto de Miles Davis.

Dos vídeos disponíveis no Youtube, tentei deixar aqui um conjunto daqueles que considero um must.

Michael Brecker

Very sad news. Michael Brecker died on january 13 in a hospital in New York, aged 57. Leukemia was the cause, news reports said, citing his manager, Darryl Pitt.

From the official Michael Brecker website:

Following a two and a half year battle with MDS and then leukemia, Michael passed away. A memorial service is now being planned and details regarding the same will be posted here this coming Wednesday or Thursday. In lieu of flowers, we ask that donations be made to The Marrow Foundation’s TIME IS OF THE ESSENCE FUND. Many lives have been saved as a result of those who joined the National Marrow Donor Program at donor drives on behalf of Michael—and
who were perfectly matching donors for others in need. There is much work to do, and we ask you to please join us in this effort. Thank you for all of your support.

Perdemos o melhor saxofonista branco de todos os tempos, digo eu. Não, não me esqueci de Lovano, nem Liebman, nem de Stan Getz.

Esta tema é o meu preferido de Michael Brecker (pelo vistos também o de sua mulher, Susan) onde, a solo e ao vivo, exibe uma simbiose quase perfeita entre corpo, alma e saxofone, através de um fraseado único, o seu, e uma técnica absolutamente inverosímil.