John Lennon, 70 anos sobre o seu nascimento, ainda uma referência de liberdade, de inconformismo e como músico. MOTHER, aqui vos deixo em vídeo.
‘Close to the Edge’ dos Yes, uma das obras mais emblemáticas do saudoso ‘Rock Progressivo’, aqui com composição de imagens para vídeo de David, aka vzqk50, foi concebido com base na leitura de ‘Siddharta’ (1922) de Herman Hesse. A obra desenvolve-se em 4 andamentos: “The Solid Time of Change, “Total Mass Retain”, “I Get Up I Get Down” e “Seasons of Man”.
Lançado em 1972, a formação dos Yes era, na altura, composta por: Jon Anderson – voz; Steve Howe – guitarra; Rick Wakeman – teclados; Chris Squire – baixo eléctrico; Bill Bruford – bateria.
Bom fim-de-semana.
Quico Serrano – Electrical Mind
Saímos de 2008 e entramos em 2009 com Quico Serrano, desta vez um video clip do tema Electrical Mind, incluído no mesmo trabalho dos ‘Plaza’, Meeting Point, com imagens e captação de David Fialho de Almeida e do próprio Quico Serrano. Ambiente do início da fase estrictamente electrónica do rock, sentindo-se muitas influências do apogeu do Rock Sinfónico da primeira metade dos anos 70 mescladas, diria, com algumas progressões de nítida influência clássica.
Cat Stevens aka Yusuf Islam – Wild World
Duas versões de ‘Wild World’ de Cat Stevens, desde há uns anos Yusuf Islam, a segunda com Peter Gabriel. Ouçam-nas…, e sintam… sintam a letra e se os mais de trinta anos que as separam ou se as mudanças por que o autor viajou alteraram, ou não, a mensagem que pretendia transmitir. Bom fim-de-semana.
Angola – Bob Geldof e José Eduardo Agualusa
Via Público o “Jornal de Angola” atira-se a Bob Geldof chamando-lhe “comediante de quinta categoria” .
Mais adiante, seguindo a mesma fonte, o mesmo jornal afirma, disparando também em direcção do BES:
Se um dia alguém o contratar para uma conferência no Hotel Alvalade, em Luanda, o músico vai chamar criminosos aos seus próprios governantes, descendentes de piratas e negreiros e que ainda hoje vivem na opulência à custa dos povos de África ou da Ásia. É tudo uma questão de dinheiro. Mas em Angola ninguém compra farsantes.
Nada de especial, tudo dentro da normalidade, ontem José Eduardo Agualusa, hoje Bob Geldof.
Se a conferência fosse em Angola e convidassem Kofi Anan, se calhar, ouviriam o mesmo, mas mais cortesmente, sim, mais adamado.
“Angola é gerida por criminosos” – afirmou Bob Geldof, KBE, hoje na Conferência sobre Desenvolvimento Sustentável. (via Expresso)
“O Grupo Banco Espírito Santo [organizador da Conferência] (…) não se identifica com as afirmações injuriosas que Bob Geldof proferiu esta tarde (…).”
(via Expresso)
E ficamos assim. Somos polidos. Vivemos num mundo cortês. Sim, cortês de cortesãos. Quanto à ética, à moral, à verdade, também a relação é cortesã – queremos que se foda. E se não houver ninguém disponível trataremos nós disso!
A verdade, nua e crua, é injuriosa? Ora foda-se, cortês e mui polidamente, é claro!
Janis Joplin – kozmic blues
Hoje estou nesta…, de regresso ao início da adolescência, com estes precursores do Heavy Metal.
Black Sabbath é considerada a primeira banda de heavy metal, por unir todos os elementos citados acima (power chords, distorção, riffs acelerados, bumbo duplo, intensidade vocal, letras obscuras), e criarem uma imagem transgressora, muitas vezes ligada ao misticismo, satanismo, apologia ao uso de drogas e também abordagem político-social. (retirado da Wikipédia)
A propósito de alguns comentários colocados no youtube sobre a paródia que fiz a propósito da ante-esteria da encenação de La Féria no Rivoli, gostaria de lembrar alguns factos e partilhar algumas memórias sobre o Jesus Christ Superstar de Andrew Lloyd Weber e Tim Rice.
Jesus Christ Superstar começou por ser apenas um LP, editado em 1970. Só depois de encenado, primeiro em 1971 no “Mark Hellinger Theatre” em Nova Iorque e dpois no “Palace Theatre” de Londres, em 1972, é que se tornou no espectáculo que hoje conhecemos e recebeu a designação de Opera Rock, tendo passado para filme só em 1973 já com outro elenco.
É curioso saber que John Lennon pretendia o papel de Jesus, mas os autores entenderam não lho entregar por terem receio que a sua presença abafasse o todo da peça. Consta que os nomes de Mick Jagger e David Cassidy também foram equacionados, mas a escolha recaiu sobre Ian Gillan, o vocalista dos Deep Purple.
E foi com um Jesus moreno de longos e ondulados cabelos pretos (Ian Gillan) que eu tive a sorte de assistir levado pelos meus Pais sem saber ao que que ia, em Agosto de 1972 em Londres, tendo comprado o respectivo LP.
Nessa altura o elenco era o seguinte:
Murray Head – Judas; Ian Gillan – Jesus; Yvonne Elliman – Maria Madalena; Victor Brox – Caifás; Brian Keith – Anás; John Gustafson – Simão Zelotes; Barry Dennen – Pilatos; Paul Davis – Pedro; Mike d’Abo – Herodes.

