Grover Washington Jr., saxofonista que se exprime principalmente através dos géneros “soul” e “funky”, ou fusão se preferirem, tecnicamente exímio seja no tenor, no alto ou no soprano, façanha difícil de atingir e menos de igualar, foi sempre (e é) considerado como um músico, digamos, menor pelos colegas e comentadores da área do jazz devido aos ‘géneros’ que optou para artisticamente se exprimir.
O assunto levar-nos-ia longe, o de saber o que é jazz ou não, o que é comercial ou não, o que se deve entender por high e low culture, até sobre o que a Alice atrás abordou o que é arte ou “não-arte”. Não me coloco à parte dos comentadores (também opino, e severamente, de quando em vez), mas o que vos proponho é que tentem despojar-se de arquétipos e catalogações teórico-racionais e deixem-se levar pela música (pela arte) de Grover Washington Jr., nomeadamente no vídeo que vos deixo do tema “Make me a Memory”, captado ao vivo em 1991, e digam se não sentem que estamos diante de um artista de elevadíssima qualidade, ímpar, para mim, a transmitir doçura e amor através de um saxofone, no caso, o alto.
Por falar em música de ontem e de hoje e de música para dançar e do empalhado James Brown, aqui vos deixo Gimme your Love por Aretha Franklin e James Brown:
Let’s feel the soul and dance! Bom fim de semana.
que o enterrem!
do Le Monde
James Brown est mort le 25 décembre 2006 (Le Monde du 27 décembre 2006), mais n’est toujours pas enterré. Et il ne devrait pas l’être avant un moment. Les héritiers du chanteur se disputent son héritage et contestent ses dernières volontés. Après être resté vingt-trois jours dans sa maison de Beech Island, en Caroline du Sud, son corps est désormais conservé dans un cercueil scellé, dans un lieu tenu secret.
Afinal a Cristina tinha mesmo razão! O homem ainda não foi enterrado nem data prevista há!
O que o dinheiro…, o símbolo do poder consegue que uma família faça. Família?
