adenda em nota prévia: o assunto constante deste post dá-se por encerrado e sanado pelo facto de o(a) autor(a) ter, finalmente, compreendido e resolvido a situação.

O blogue ‘In Mente’ resolveu, há dias, fazer um plágio, transcrevendo, praticamente na íntegra, o texto que escrevi sob o título ‘Maria João Pires renuncia nacionalidade portuguesa – VERGONHA’. O texto e o título: ‘Maria João Pires renuncia à nacionalidade portuguesa’ (link do ‘Ideias Soltas’)
Não sou muito dado a coisas de direitos de autor colocadas na net, mas os anos disto habituaram-me a colocar, SEMPRE, mesmo em caso de breve excerto, a identificação da fonte e o respectivo link.
Sim, eu sei, que recebemos muita coisa por correio electrónico que editamos, por vezes, sem o cuidado de procurar a origem, mas no caso do autor(a) do ‘In Mente’, tive o cuidado, de colocar na caixa de comentários uma cordial chamada de atenção.
A resposta foi curta e grossa: só se fosse um linkozito para o meu email que foi onde o recebi. Cumprimentos.
Ora, cumprimentos, também, dou o assunto por encerrado. Este género de atitudes fazem hoje parte de normais cenas do quotidiano.

ps: o assunto dá-se por encerrado e sanado pelo facto de o(a) autor(a) ter, finalmente, compreendido e resolvido a situação

A Educacao do meu umbigo - Paulo GuinotePaulo Guinote, autor do A Educação do meu Umbigo apresentou em livro os textos do melhor blogue sobre educação de Portugal.
Saudamos a iniciativa pela conjugação da qualidade com seriedade das reflexões e investigações de Paulo Guinote constantes no seu blogue e aconselhamos a compra a professores e sobretudo decisores políticos sobre educação, seguindo as palavras do autor em sub-título: um livro que incomoda ministros e mobiliza professores.


A ler o que o José P. Teixeira escreveu no ‘Ma-schamba’ sob o título ‘Puxar o pé para a chinela‘ onde anuncia uma moda na blogosfera, já evidente aliás, que se traduzirá pela “industrialização bloguista”.

A ler o post do Rui Curado Silva no ‘Klepsýdra‘ sob o título Índice do Niilismo, a propósito do neoliberalismo e do niilismo que lhe subjaz, donde retiro o excerto:

Esta crise que é da total responsabilidade da ideologia a que o Abrupto tanto apelou desde que foi criado. Se um índice do niilismo houvera, no Abrupto estaria a rebentar com a escala.
Rui Curado Silva

Ser simpatizante ou adepto de qualquer um clube não é problema, contrariamente ao ser filiado num partido, pelo menos para mim. A questão é das pessoas, de coluna vertebral, de ética. A este propósito, regozijo-me com o que o Raúl, benfiquista convicto de longa data, escreveu no ‘Congeminações’ sob o título:
Como benfiquista sinto-me envergonhado com a posição assumida pela direcção do clube e transmitida pelo seu director de informação.
Leiam porque ele ainda há pessoas assim.

Acho muito estranho que se tenha falado “da morte de Nino Vieira” com esta simplicidade, como se tivesse sucumbido a uma pneumonia. (Francisco José Viegas em “A Origem das Espécies“)

De facto!

A partir de ontem os leitores deste ideias Soltas têm o ‘direito de resposta’ assegurado a cada comentário aqui inserido através de um novo plug-in instalado.
Para o efeito, quem pretender responder directamente a um comentário basta clicar em responder logo abaixo do mesmo, sem necessidade de colocar um comentário à parte, perdido no meio de outros.
Por outro lado, está assegurada, também, a facilidade de poder seguir na caixa de correio os comentários de cada post, individualmente, bastando clicar, no final dos comentários, na caixa que diz Notify me of follow-up comments via e-mail.

Premio DardosTiveram a Alice, a Catarina e o Heitor a gentileza de me endereçar este prémio. Apesar de cansado destas torrentes, não posso deixar de sentir satisfação pelo que o Prémio dos Dardos significa e de quem mo endereçou. Transcrevo:
Reconhecem-se os valores que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras. Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web.

Quem recebe o “Prémio Dardos” e o aceita deve seguir algumas regras:
1. – Exibir a distinta imagem;
2. – Linkar o blog pelo qual recebeu o prémio;
3. – Escolher quinze (15) outros blogues a entregar o Prémio Dardos.

Quinze? Bem, aí vai, sem me importar de retribuir, não pela gentileza, mas por merecimento:

100nada da Catarina Campos;
A Barriga de um Arquitecto do Daniel Carrapa;
A Infelicidade ao Alcance de Todos do José Manuel Fonseca;
A Origem das Espécies – de Francisco José Viegas;
Ali_se da Alice Valente;
Blog do Miguel do Miguel;
Blogame Mucho do Besugo;
Contra Capa da Cristina Vieira;
Da Literatura do Eduardo Pitta;
Estado Civil do Pedro Mexia;
Fractura.net do Carlos José Teixeira;
Insónia do Henrique Fialho;
Ma-scamba do José Pimentel Teixeira;
Peremela do Ricardo Serrano;
Planície Heróica do Francisco Nunes;
Portugal dos Pequeninos do João Gonçalves.

E pronto, fica-se sempre com a sensação da injustiça dos muitos que esqueceram…

Deixei de endereçar parabéns por ocasião de aniversário de blogues – são muitos os que leio com prazer.
Dois há, no entanto, que reincido anualmente por terem sido responsáveis pela minha chegada à blogosfera: o 100nada e o Crítico.
Parabéns, ainda que atrasados, à Catarina Campos do 100nada e ao Henrique Silveira do Crítico pelos seus 5 anos de actividade.

Assapou-se. Pronto. O Francisco Nunes mudou a sua Planície Heróica para o ’sapo’.
Eu sigo e o link já está actualizado.