Ideias Soltas

se aqui não fora em mim só seria

Arquivo de 'Futebol'

Portugal vs Alemanha - até os comemos!!!
A partir de hoje acabaram-se os jogos a feijões e soa a hora de, independentemente de gostarmos ou não de Scolari, de estarmos de acordo ou não com os 23 seleccionados, de apostarmos ou não no mesmo 11 inicial, juntarmo-nos, em uníssono, contra os ‘boches’.
Apesar das palavras de Scolari sobre o 11 inicial ele surpreender-me-á se não incluir Meira ou Bruno Alves, atendendo à sua tendência no que concerne à segurança defensiva.
Mas não é isso que importa, entrem os 11 que Scolari escolher com o incondicional apoio dos preteridos para iniciarmos, com o pé direito, o ‘nosso campeonato’. Em praticamente todos as posições do terreno temos mais qualidade do que os alemães e, por isso, toca a confiar (os jogadores e nós, os apoiantes) de que somos capazes de vencer a força com a nossa arte de bem tratar a bola.
FORÇA PORTUGAL QU’ INTÉ OS COMEMOS

Por ausência de decisão definitiva da Federação Portuguesa de Futebol que tem em mãos um recurso de Pinto da Costa que, a ser deferido, implica a anulação dos castigos aplicados ao F. C. do Porto, a UEFA entendeu aguardar por essa decisão e manter para 2007/2008 o F. C. Porto na ‘Champions’.
Tudo que estará para além disto, do carácter, afinal, não definitivo dos castigos aplicados ao F. C. do Porto, pouco entendo sobre todos os trâmites administrativo / disciplinares que têm envolvido este caso, abstendo-me, por isso, de emitir juízos que seriam, seguramente, infundados.
Não posso, contudo, estar ao lado dos portistas que se dão por satisfeitos com este desenlace, uma vez que sobre o F. C. do Porto pairarão, por mais uma época, as pressões mediaticamente exploradas de corrupção, ou tentativas, da porra do ’sistema’ e tudo o que a propósito se lembrarem para desmerecer, influenciando indirectamente arbitragens, todo e qualquer sucesso desportivo.
Gostaria de uma decisão final, fosse qual fosse, para colocar um ponto final sobre o assunto, para bem do F. C. do Porto e do futebol português.

Incluído no ‘Jornal das 22′ da RTP N o ‘Noites do Euro‘, conduzido por Carlos Daniel e com o comentador residente Luís Freitas Lobo e mais 2 convidados por sessão, é o único programa sobre o Euro 2008 que vou seguindo. O de ontem foi dos mais bem conseguidos devido à presença de Rui Costa, jogador até há bem pouco tempo, pessoa instruída, conhecedora do meio, dono de uma honestidade intelectual rara, revelando isenção, assertividade e sabedoria em todas as suas intervenções, contrastando com muitos outros convidados que por lá passaram.
Apostar em convidados deste gabarito é meio caminho para o sucesso do programa e é neste sentido que, se pouco me importa saber o motivo que norteou Scolari a ostracizar Vítor Baía, me questiono que razões haverá para o não convidarem para este programa, uma vez que, tal como Rui Costa, é um dos ex-jogadores da ‘geração de ouro’ que prima pela dignidade, isenção ética e dedicação à selecção nacional? Digo este porque me parece que Carlos Daniel tenta imprimir qualidade e rigor e não compreendo a ausência de Baía de todo e qualquer programa sobre o Euro 2008, seja neste canal ou noutro qualquer, muito menos num público, uma vez que, tal como Rui Costa foi, é uma mais-valia evidente.
Haverá algum acordo tácito (coisa que tenho dificuldade em admitir) ou será esquecimento?

Segundo o Sr. Procurador-Geral da República, em todas as televisões em canal aberto há cerca de 3 meses, a arbitragem portuguesa melhorou imenso só pelo facto de existirem os processos relativos ao ‘apito dourado’ (estas declarações foram proferidas aquando da 1ª sessão em tribunal deste processo).
A corroborar tão evidente e insofismável evidência o DN dá-nos hoje conta de que Pedro Henriques ficou este ano classificado entre os 10 piores árbitros, enquanto Olegário Benquerença foi um dos melhores.
Segundo ainda o mesmo jornal, o jogo mais polémico de Pedro Henriques aconteceu à sexta jornada (clássico Benfica–Sporting, no Estádio da Luz). Os dois clubes queixaram-se da equipa de arbitragem e entre os casos mais falados estão uma mão de Katsouranis na grande área e uma pretensa falta para penálti de João Moutinho, que Pedro Henriques não assinalou.
Não sei que efeito terão provocado as queixas dos dois clubes, mas o certo é que Pedro Henriques desapareceu, praticamente, da Liga Bwin desde esse jogo. Atendendo às mãos não assinaladas, e bem em caso de bola na mão e não mão na bola, neste campeonato de Europa, das quais ninguém convictamente reclamou, entre nós a fobia de assinalar livre directo e exibir cartão amarelo a qualquer bola que vá à mão em equipas que não os três grandes, parece ter pegado de estaca e fazer escola…, à portuguesa, pois claro.

1 - Parabéns ao Sporting por ter sido a melhor equipa em campo. Muito se poderá dizer (e direi, adiante) sobre circunstâncias criadas por Olegário Benquerença, mas ao entrar em jogo sem Bosingwa, com João Paulo, sem Tarik Sektioui nem Marek Chec, foi entregar o ‘ouro ao bandido’ desde o início. Ganhou quem foi mais equipa, mais consistente, sendo sempre agradável chegarmos ao fim de um jogo e vermos que o empenho e a competência se aliam ao resultado, pese embora o facto da justiça ser um conceito alheio ao jogo - lembremo-nos mais recentemente que se a justiça fizesse parte do jogo, mais concretamente do futebol, nem o F C Porto teria sido eliminado pelo Schalke 04 nem o Sporting pelo Glasgow Rangers.

2 - Dados os parabéns ao vencedor sem qualquer cinismo, a verdade é que desde que Olegário Benquerença exibiu o amarelo ao Paulo Assunção na primeira falta que cometeu, depois de 3 bem durinhas de Grimmy, senti o caminho que o árbitro traçara para a sua actuação naquele jogo. Consequências do ‘apito dourado’ ou do ‘apito final’? Não saberemos nunca a causa, mas a motivação desde cedo ficou à vista.

3 - Há anos que muitos falam da existência de corrupção no futebol, de um sistema montado de batota nos resultados corporizado nas pessoas de Valentim Loureiro e Pinto da Costa e que levaram o Ministério Público a montar uma perseguição, dir-se-ia, não à corrupção nem à batota, mas a essas duas pessoas, em particular a Pinto da Costa, que viria a consubstanciar-se nos processos ‘apito dourado’ e no ‘apito final’ protagonizado pela Liga de Clubes.
Desenganem-se, se é que alguém andava ao desengano, os que pensam que alguém está interessado em combater, generalizadamente, a corrupção no futebol! Não há interessados em acabar com a batota, mas sim em ser donos dela. Se assim não fora, os arautos anti-corrupção estariam mais uma vez a clamar por ela no fim do jogo de ontem e não a festejar. O que vi (para além do F C Porto nada jogar) foi o regresso àquela outra batota, a que assisti durante 19 anos, ou seja, desde que nasci até 1977.
Nem o ‘apito dourado’ nem o ‘apito final’ têm a ver com o fim da batota no futebol, mas tão-só com a passagem de mãos de quem detém poder para a fazer, sendo a satisfação patenteada no rosto do Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, no fim do jogo de ontem um verdadeiro atentado à honestidade intelectual depois da arbitragem a que assistiu.
Desengane-se quem pensa que existe apenas um ataque pessoal a Pinto da Costa; o que existe é um ataque soez contra a superioridade desportiva do F C Porto nos últimos 30 anos, que terá de ser creditada ao seu presidente.

4 - Uma palavra de solidariedade para António Costa, Presidente da Câmara de Lisboa, que recebeu com dignidade e elegância o vencedor da Taça de Portugal, o Sporting, pois será, muito certamente, apontado como mais um que cedeu à promiscuidade entre o futebol e a política pelos comentadores dos media que elaboram e gerem campanhas de interesses pessoais, partidários e políticos, mas que não são promíscuos…
Promiscuidade entre futebol e política só tem a ver, ao que parece, com quem abrir a porta ao F C Porto ou a Pinto da Costa…

“O Benfica vai pedir a certidão da decisão à Comissão Disciplinar da Liga e solicitar à Federação que a envie para a UEFA”, afirmou o porta-voz dos ‘encarnados’, Ricardo Maia, depois do jornal “A Bola” de hoje noticiar um possível afastamento dos ‘dragões’ da Liga dos Campeões em 2008/09. (via Expresso)
Ora assim é que é! Afinal não foi a pressa da Comissão Disciplinar da Liga, mas de quem espreita oportunidades pela secretaria.
Ou se calhar poderá não ser bem assim?
“Qualquer critério de admissão só será ponderado pela UEFA depois de recebida a lista de clubes da federação portuguesa. Cumprido esse requisito, poderemos então avaliar se o FC Porto tem ou não condições para se inscrever na Liga dos Campeões”. (via Público)

Espero que sejam decididas com rapidez, com eficácia, de maneira a que interfiram o menos possível na vida do desporto. O desporto tem de ter regras que têm de ser cumpridas. Quando não são, têm de ter os seus efeitos correspondentes. (Laurentino Dias via Portugal Diário)

Estou certo de que ao proferir estas palavras teria em mente (também) a aplicação das punições previstas para clubes que não pagam salários atempadamente. É que ainda agora, via Público, soubemos que apenas o Porto e o Benfica este dever cumprido!

O encontro - casual, como fazem questão de salientar os intervenientes, não estivessem os apitos “Dourado” e “Final” no auge da discussão - ocorreu num hotel de Lisboa e acabou por ficar marcado por um incidente com uma equipa de reportagem da RTP. Mas antes de Vieira se ter desentendido com o repórter, ainda teve tempo de comentar com Hermínio Loureiro o seu desacordo com os inquéritos disciplinares instaurados pela Comissão Disciplinar da Liga à sua pessoa e ao técnico Fernando Chalana. O presidente do Benfica acabou por não ouvir a opinião do líder da Liga porque o dito “encontro imediato” foi interrompido pela curiosidade dos jornalistas.. (via DN)

Casualidades…, pois…

O que conta e fica para a história é o resultado: 2 - 0!
Parabéns ao Sporting e aos sportinguistas.

Ricardo QuaresmaA desautorização de Fernando Póvoas, o anúncio do prolongamento do contrato de Quaresma e colocá-lo a transmitir oralmente aos media que o Porto ensinou-me muita coisa e fez-me crescer (…) e (…) amo o Porto e estou contente por estar aqui (…), revela que o F. C. Porto geriu a comunicação no respeito pela identidade própria que foi construindo nos últimos anos, através de atitudes inequívocas que respondem, em simultâneo, a quem assobia Quaresma, aos media que tentaram desestabilizar o relação Quaresma / F. C. Porto e ao próprio jogador.
O facto de a qualidade da comunicação estar cada vez mais associada à oralidade do que às atitudes, provoca em muitos aprendizes de feiticeiros, ávidos de projecção mediática, a ânsia de dizer coisas, muitas e a ritmo assinalável. Por outro lado, os próprios media alimentam e amplificam, focados nas audiências, o insólito e o grotesco - a projecção, afinal, da frivolidade e do voyerismo em enlatados de entretenimento que caracterizam a sociedade que vivemos hoje.
Contudo, a gestão da comunicação institucional, não podendo marginalizar-se deste contexto, deve resguardar-se do aproveitamento e natural amplificação de factos menos positivos, através de um comportamento revelador de atitudes coerentes e eticamente comprometidos com a defesa da própria instituição.
É por tudo isto que mesmo será muito difícil o F C Porto manter este registo de qualidade, que Pinto da Costa construiu e inteligentemente preserva, quando chegar o dia em que for obrigado a encontrar alguém que o substitua.

Quaresma e Cristiano RonaldoDe há cerca de um ano a esta parte não há jogo de futebol transmitido pela televisão com Ricardo Quaresma em campo onde este não seja achincalhado na sua profissão pelos jornalistas e comentadores de serviço.
Desconheço o que estará por trás desta campanha difamatória, mas constato que este comportamento começou a verificar-se desde que tem sido titular na selecção e que os contornos são muito idênticos à perseguição implacável que sofreu durante anos Vítor Baía.
Ainda ontem, apesar da qualidade da a sua exibição ter estado ter estado aquém das suas possibilidades, mostrou ser o atacante português mais inconformado com o empate e, olhando para as estatísticas, foi o jogador que mais ataques concretizou, o que mais centrou para a área, o que mais assistências para golo fez e o que mais rematou.
Mas não bastou! Os jornalistas televisivos enxovalharam-no do princípio ao fim e hoje os jornais desportivos trataram de lhe dar a pontuação mais baixa que atribuíram aos jogadores intervenientes.
Execrável, é o mínimo que se pode dizer desta campanha orquestrada pelos jornalistas desportivos portugueses!

Parece que finalmente apareceu um ponta de lança que apazigue as saudades de Pauleta - Makukula!
Mukukula, ora pois… e um tal de Murtosa que parece perceber de jogadores, de substituições e de bola. É só mais um jeitinho, vá lá, para pôr o Quim no lugar que é dele por direito próprio!

A própria UEFA foi sensível aos argumentos apresentados pelo nosso Seleccionador, reconhecendo que a suspensão por quatro jogos era desproporcionada quando analisada a totalidade dos factos e as incidências que conduziram ao acto irreflectido de Luiz Felipe Scolari�?, afirmou Gilberto Madaíl (via Portal do Futebol)

Portanto, pá, é assim, num dia em que sejamos incompetentes e isso, por azar, nos acabrunhe o espírito, o melhor mesmo será pregar uma murraça num gajo, com o cuidado, é claro, de verificarmos de antemão que alguém logo o impedirá de reagir!
Um exemplo que pode (e pelos vistos deve) ser seguido por jogadores de futebol que, coitados, têm levado suspensões de 3 jogos por causa de uma porradita que deu cartão vermelho!

Tendo a UEFA decidido aplicar o castigo der 4 jogos de suspensão a Scolari na sequência da agressão a Dragutinovic, pronto, o Dr. Gilberto Madaíl já pode tomar uma decisão - igual, certamente, mais uns trocos de multa para a Federação Portuguesa de Futebol.

Tratar de saber o que fazer diante do que aconteceu parece não ser nada connosco. Afinal foi só tentativa, afinal o sérvio até insultou antes; afinal o sérvio afastou-o antes com uma pancada na mão; afinal é tudo boa gente; afinal, olhem, afinal até que se não fossem os malvados dos canais de televisão até não se tinha passado nada e é por isso que, em conformidade, nada deveremos fazer se não aguardar, humildemente e bem à portuguesa, que a UEFA decida por nós, em vez de obrigar o Dr. Madaíl a essa maçada e, afinal, amanhã já a UEFA dirá o que a Federação Portuguesa de Futebol deverá fazer!
Decidir por nós tem sido o timbre deste país desde que entramos para a CEE! Não sabemos de outra maneira.
À falta de um qualquer Sebastião ou ditador que por nós decida, a gente delega tudo à Europa e aceita e procede em conformidade, só que já não é a bem da nação…

O meu maior receio, infelizmente, concretizou-se: o Sr. Madaíl, como tem sido sempre seu hábito, não tomou posição nem iniciativa em relação à agressão de Scolari, deixando-se antecipar pela UEFA. Esta manda instaurar um inquérito e só depois é que Madaíl vem a reboque anunciar que a F.P.F fará o mesmo.
Enquanto que a atitude de Scolari poderá, com um pouco de esforço, entender-se fruto de uma momentânea exaltação, a espera de Madaíl envergonha o Portugal, em geral, e o futebol português, em particular e, por outro lado, abre caminho a um período de instabilidade na selecção nacional, num momento em que o apuramento se encontra difícil de atingir!
Para colocar a cereja em cima do bolo só faltaria Gilberto Madaíl apresentar a sua demissão para paralisar a selecção! A ver vamos…

Agressao de Scolari É perfeitamente compreensível que Scolari afirme que não tocou num só cabelo de Dragutinovic, pois todos devem fruir do direito de preparar o melhor que puderem a sua defesa.
No entanto, não poderá Gilberto Madaíl cair no ridículo de, através da Federação Portuguesa de Futebol, pactuar com esta atitude pública de arruaça!
O Secretário de Estado do Desporto, Laurentino Dias, logo no final do jogo condenou, e muito bem, o que se passou após o jogo entre as Selecções de Futebol de Portugal e da Sérvia e entende que a Federação tem de tirar consequências (…) (via Bola), sendo que, nesta conformidade, muito mal andaremos se a F.P.F. não despedir, com justa causa, Scolari, antes que a UEFA e a FIFA tomem posição, e exigir-lhe uma indemnização, consentânea com os ganhos do actual seleccionador, pelos danos causados à imagem da Selecção Nacional, do futebol português e de Portugal, em geral.

No Portugal x Sérvia de ontem não houve azar; sorte, antes, num segundo de grande inspiração de Simão. O resto foi mau demais.
A equipa que Mourinho formou no F C Porto e que Scolari, depois de perder o primeiro jogo com a Grécia, foi obrigado a adoptar para a selecção, acrescentando Figo, Pauleta, Cristiano Ronaldo e Ricardo, acabou no final do campeonato do mundo.
Impunha-se construir uma nova desde então, mas, hélas, convém saber um pouco de bola para isso; não basta a demonstração de ódio contra Pinto da Costa, ser idolatrado pelas massas nem protegido por jornalistas e comentadores, até porque serão esses mesmos, os que o idolatraram, os primeiros a transformá-lo em besta a abater!

Coisa de jogo, o azar, ainda por cima quando aparece nunca vem só - traz sempre muitos atrás…
Foi azar o Miguel Veloso ter pedido para jogar nos sub-21; foi azar o Paulo Ferreira ter pedido assistir da bancada; foi azar o Quaresma ter implorado para não alinhar de início; foi azar o Quim não ter querido alinhar; o Nuno Gomes já é azarado. Foi azar o Ricardo ter defendido um grande remate para a frente em vez de desviar para canto; Simão teve azar o jogo todo; foi azar o Nani ter pedido ao Maniche para jogar em vez dele.
Mas azar, azar, assim daqueles tipo 2 em 1, foi não defender um remate de 30 m que o defesa deixou calmamente passar, a bola ricochetear no poste e ainda conseguir marcar um auto-golo com as costas!
Quando assim é não há nada a fazer! São coisas, como ouço os doutos dizer, do futebol!

Árrea que não domino de todo é a gestão dos clubes e SAD’s do Futebol, mas pensamentos há que não deixam de me inquietar: não sei se as vendas de Anderson e de Pepe por 30 milhões cada foram ou não bons negócios para o F.C. do Porto, mas não tenho dúvida de que trocar um bom guarda-redes por outro melhor e ainda deixar 1 milhão de euros no cofre foi bom negócio para o Sporting.

(…) por crime de participação económica em negócio no caso de uma permuta de dois terrenos nas Antas com quatro lotes da frente urbana do Parque da Cidade, na freguesia de Aldoar. (via Jornal de Notícias)

Acho bem, corrupção e compadrio, cadeia com eles mas, ainda assim, pergunto-me se não padecerá o Ministério Público de falta de pessoal lá para os lados de Lisboa…
Ou se calhar não, poderá ser uma política de poupança de energia (ao preço que está a electricidade!!!) que o impeça de ter alguma luz…

e sem Paixões nem Lucílios, ò rapaziada, amanhã toca mas é a ganhar e deixem as tremideiras para depois!

Caiu de jorro na Mata Real, águas e granizos, sendo talvez por isso que se sentisse ainda mais a tremideira do prof. Jesualdo!
Bom, mas estamos a 1 ponto de ser campeões (o que é isso?) ou a 0 de ficarmos em 3º, comprometendo a próxima época com as eliminatórias para a Liga dos Campeões!

Olegário Benquerença, Bruno Paixão e Lucílio Batista são nomes incontornáveis da nossa arbitragem! Ou seja, são os nossos árbitros internacionais de primeira água…

Faz hoje 25 anos que Pinto da Costa venceu as primeiras eleições para a presidência do F C do Porto.
Num momento conturbado da sua vida e defendendo eu que todos, sem excepção, devem prestar contas à justiça, não quero deixar de prestar a minha homenagem a quem desmontou um sistema de décadas onde apenas cabiam dois clubes, catapultando o F C do Porto para a ribalta do futebol mundial.
Com ou sem apito dourado, Pinto da Costa foi até agora um dirigente desportivo sem paralelo, conseguindo que o clube que dirige rivalize com os melhores do mundo, dotados de orçamentos 10 a 15 vezes superiores.
A justiça não pode ser unívoca nem sequer biunívoca - deve ser multilateral - sendo neste contexto que este post me pareceu apropriado.
Parabéns Sr. Pinto da Costa pelo que tem feito pelo F C do Porto!

Também a jogar com as reservas que esperaria o Jorge Costa!

Demol foi um dos que bateu
BELGA FOI CAMPEÃO NO FC PORTO EM 1989/90

Stéphane Demol, ex-defesa central de qualidade (38 internacionalizações), ajudou o FC Porto a conquistar o título nacional na temporada 1989/90. Na altura, o agora adjunto da formação do seu país foi peça fulcral no conjunto azul e branco, participando em 31 jogos, nos quais assinou 11 golos, sendo de destacar os 2 conseguidos (na marcação de penáltis, uma especialidade), a 4 de Março, nas Antas, num clássico com o Sporting (3-2). (notícia do Record)

Este senhor, lamentavelmente, agrediu ontem um jornalista do Record, mas não sei, perante as notícias, se o terá feito na qualidade de representante da selecção belga, se na de energúmeno ou, pior ainda, na de ex-jogador do F. C. do Porto!

e o Porto não teria ganho na mesma!
Não nego o fran…, o perú, mas apontar o dedo a um jogador a quem vimos dar o 1º frango quando o F.C.do Porto, apesar de marcar um golo, apenas dessa vez chegou à baliza do Chelsea é uma tontice!
O que fez o Porto depois desse golo? Tirou o Lisandro, o mais aguerrido atacante até ao momento, tirou o Check, o único que sabe jogar com Quaresma, ajudando-o a evoluir, manteve o abúlico Lucho e não adbicou de um defesa para ir em busca do prejuízo!
É a grande diferença, o regresso à banalidade, às derrotas ‘injustas’, à mediocridade da satisfação de que saímos de cabeça erguida porque não levamos 4 ou 5! Agora, apostar para vencer mesmo arriscando perder por mais, foi coisa que o Prof. Jesualdo, após o 2-1, não ousou e, assim sendo, satisfez-se com as antigas vitórias ‘morais’, coisa que não passa pela cabeça de um Mourinho!
Os jogos ganham-se ou perdem-se e o resto são fais-divers!
Siga para a Liga!

Quando assistimos a um bom espectáculo ninguém ficará defraudado!
Duas notas: o Paulo Assunção jogou para cacete, bem melhor que o seu ídolo Makelele; não percebo a insistência num Lucho abúlico com o Ibson no banco ou na bancada.
De resto o resultado é mau para o Porto, mas justo, nada a dizer.

que também flanqueia muito bem pela direita!