Em homenagem a Matilde Rosa Araújo (1921 – 2010)

Matilde Rosa Araújo


Obrigado pelo que deste, José Saramago, a cada um de nós que por este mundo afora te leu, à língua portuguesa e ao nome de Portugal.

Jose Saramago - premio nobel da literatura


José Augusto Mourão será homenageado no lançamento do livro ‘Os Dominicanos em Portugal’, no próximo dia 7 de Junho, às 18:00h, no Anfiteatro III da Faculdade de Letras da U.L., com a Medalha de Mérito do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da FLUL.
Jose Augusto MouraoJose Augusto Mourao - homenagem



A alocução de homenagem será proferida por Ana Cristina da Costa Gomes e José Eduardo Franco enquanto o lançamento do livro estará a cargo de José Augusto Ramos.

Perdas como a de Saldanha Sanches, uma das raras vozes que se obrigava a falar a verdade, fosse onde fosse e na presença de quem quer que fosse, empobrece-nos de sobremaneira.

Saldanha Sanches


Esquecemos com facilidade o que não faz parte de nós, enquanto que dos sedimentos com os quais nos vamos sempre fazendo, nem que o pretendamos, nunca nos separamos. Frederico Serrano deu-me muito do que hoje também sou.


música de Ricardo Serrano dedicada a seu pai Frederico


Palma Inácio…, LUAR…, referências de miúdo!

Palma Inacio

ps: imagem sacada de ‘Não Apaguem a Memória‘, deste post.

Pina Bausch – Não estou interessada em como as pessoas se movem, mas o que as move.

Pina Bausch

Rui Horta (via DN)- Se hoje estamos com uma linguagem de dança emancipada, com um discurso de autor e uma teatralidade em perfeita unidade com o corpo devemos à Pina Bausch.

Joao Benard da Costa

Cinemateca Portuguesa

Joaquim Figueira MestrePerdemos Joaquim Figueira Mestre, o mentor da Biblioteca de Beja, Biblioteca José Saramago, o paradigma de uma biblioteca municipal, e uma das raríssimas referências culturais da Beja.
Faleceu novo, mas deixou um legado de uma vida intensa ligada aos livros e à cultura.
Joaquim Figueira Mestre era também escritor, tendo obtido o ‘Prémio de Conto Manuel da Fonseca’ no passado ano com o ‘Breviário das Almas’.
Beja tem perdido quase tudo o que construiu e foi por responsabilidade dos seus responsáveis; perder, cedo, os que mais de si dão é um sortilégio que a todos nos acabrunha, também.

Ernestina Pinheiro, fundadora da Academia de Música do Centro Cultural de Beja que mais tarde, em 1993, estaria na origem do actual Conservatório Regional do Baixo Alentejo, do qual foi a primeira directora pedagógica, deixou-nos esta madrugada.
Beja, e o Alentejo em geral, ficam devedores à Senhora D. Ernestina e seu marido, Henriques Pinheiro, de um exemplo de vidas dedicadas à cultura e à educação artística em momentos bem mais áridos que os de hoje, à custa de grande labor, tenacidade, seriedade e integridade, sem nunca terem aceitado recorrer a expedientes de tráfico de influências, cujo preço é sempre incalculável, embora de pagamento obrigatório e prolongado.
Fecha-se, definitivamente com o seu desaparecimento, um ciclo para o Ensino da Música, nomeadamente para o Conservatório Regional do Baixo Alentejo, pelo que construiu e pelo que em legado nos deixou.
Bem haja Senhora D. Ernestina.

Arquivo Cronológico

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