O essencial está feito, a aparência, o mais visível; os pormenores, os detalhes vão-se fazendo com mais calma, mas assim já posso postar.
Eu gostava bastante da aparência anterior, mas a actualização do wordpress, por um lado e, principalmente, a adequação do template às necessidades da rede TubarãoEsquilo obrigou-me a remodelar. No entanto, porque o anterior tema foi descontinuado pelo seu autor e não permitia a inclusão de um segunda coluna, tive de escolher um outro e começar tudo de princípio, tentando não alterar muito a imagem associada ao Ideias Soltas.
O vosso feedback é-me muito importante para continuar a afinar a apresentação, nomeadamente se se sentem confortáveis com o visual e se aqueles que ainda navegam com o Internet Explorar e não conseguiam comentar já o conseguem fazer.
Obrigado pela vossa paciência.
Em memória da memorável ante-estreia da encenação de La Féria de Jesus Cristo Superstar no Rivoli não queria deixar passar este elevado momento sem ofertar à selecta clientela deste blogue algo de apropriado e inesquecível.
Aqui vos deixo o meu singelo tributo, uma montagenzita com as imagens constantes no sítio da Câmara do Porto com uma música que me pareceu adequada às personagens, à circunstância e ao mui cultural e performativo ambiente.
Rio, La Féria e Super Estares no Rivoli
ps: Como seria devido gostaria de divulgar o(s) autor(es) das fotografias, mas depois de muito procurar no sítio da Câmara do Porto não encontrei as devidas referências.
Apesar de não ser pessoa avalizada para me pronunciar com substância sobre o futuro aeroporto da área Metropolitana de Lisboa, recomendo vivamente a leitura da exaustiva reflexão que a Cristina escreveu no seu Contra Capa, a qual subscrevo na íntegra sem o mínimo rebuço.
Agora são os enlaces Blog com Tomates que está a dar!
Ora, apesar de outros já endereçados não resisto a agradecer este com que a Gi me brinda pela inclusão do violino em sugestiva imagem! As penas é que não estou certo sobre a significância, se é de pena ou mero adereço! ![]()
Não sei se isto dará problemas cá em casa…, é que tangê-lo com um arco é que não permitirei!
A ver vamos!
que assola muitas das cabeças que nos lideram mas, meus amigos, uma conjuntivite à moda antiga arruma com qualquer gajo!
Talvez um dia cheguemos a conseguir falar para a máquina e ela digite o texto por nós. Para já, de olhos quase cerrados e com alfinetes lá dentro, é impossível!
Até breve que tenho de ir pôr as gotas…
No próximo Sábado, dia 2 de Junho, o Incomunidade promove mais um Filó-Café dedicado ao tema A Beleza, no Clube Literário do Porto, na Rua Nova da Alfândega, n.º 22, no Porto, pelas 17:30h.
O Alberto Augusto Miranda tem concretizado um trabalho notável na realização e difusão destes muito interessantes encontros culturais através do blogue Incomunidade.
As inscrições estão ainda abertas (inscrições para o email: incomunidade@gmail.com) , embora haja já bastantes participantes para a iniciativa que conta com a apresentação do livro de Rogério Carola, A Beleza da tua Alma faz-me Tremer:
Alberto Augusto Miranda (porto, teatro), Alexandre Teixeira Mendes (porto, pensamento), Alice Valente (lisboa, artes), Amilcar Mendes (porto, poesia), Ana Marta Fortuna (Porto, teatro), António Pedro Ribeiro (braga, poesia), Artur Alonso Novelhe (ourense, poesia), Belém Andrade (Compostela, poesia), Carlos Lourenço (sto antonio dos cavaleiros, performance), Conceição Paulino (porto, poesia), Concha Rousia (Xinzo de Lima, poesia), Henrique Dória (porto, pensamento), Hugo Veloso (rio tinto, performance), Isabel Rosas (matosinhos, poesia), Jorge Taxa (porto, pensamento), José Manuel Barbosa (braga, poesia), Pedro Estorninho (lisboa, teatro), Peter Jensen Silva (braga, música), Rogério Carrola (tortosendo, poesia), Salviano Ferreira (oliveira do douro, poesia).
ps: fotografia de Sabine Leve
No processo de, para já, veladas intenções do Ministério da Educação de destruir o Ensino Artístico em Portugal com base num relatório apresentado, duas vulnerabilidades de monta sofrem as Escolas de Ensino Artístico, para além das oriundas de cerca de 30 anos de estupidez legislativa por parte tutela, que poderão revelar-se fatais para se defenderem deste ataque grosseiro:
1 – muito poucas a têm uma Associação de Pais instituída ou, se a têm, não a acarinharam nem promoveram uma interacção suficientemente forte para que, como parceira educativa, saia agora a terreiro para defender o ensino que os filhos beneficiam;
2 – as escolas particulares e cooperativas de ensino artístico nunca trataram de organizar-se numa associação específica que conhecesse os seus problemas e as representasse com propriedade, estando inseridas na AEEP – Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo, que representa praticamente todas as escolas privadas de Portugal, sendo as de ensino artístico uma muito pequena minoria.
Em relação a esta segunda vulnerabilidade nada poderá ser feito em tempo útil, mas quanto à primeira ainda as escolas estão a tempo de contactar directamente os pais para esclarecer as alterações já anunciadas pela tutela e pedir o seu apoio para a manutenção dos serviços prestados, caso seja do interesse dos seus clientes.
Nas escolas de ensino artístico onde como consultor de gestão presto colaboração já esta urgente medida foi ou está a ser tomada.
Quando um gajo anda por aqui há um certo tempo desabitua-se de felicitar os aniversários dos blogues amigos. Contudo, dois há que nunca esqueço por terem sido os responsáveis por esta torrente de asneirada que por aqui venho jorrando: o desta Senhora e o deste Professor – 4 anos!!!
Para a menina, mais requintada, claro, dedico esta versão do Joe Cocker de 1969 do tema dos Beetles:
Para ele, mais solto e desempoeirado, deixo esta, também pelo Joe Cocker, do mesmo tema:
Um grande abraço para ambos!
e sem Paixões nem Lucílios, ò rapaziada, amanhã toca mas é a ganhar e deixem as tremideiras para depois!
Ficamos ontem a conhecer os administradores executivos que o Secretário de Estado da Cultura nomeou para o OPART, Organismo de Produção Artística, E.P.E., que tutelará a Companhia Nacional de Bailado e o Teatro de São Carlos.
O Henrique Silveira, através de quem tomei conhecimento, entendeu dar para já o benefício da dúvida por entender que a direcção parece ser técnica e competente na sua área, mas eu não posso pactuar com o que atrás anunciei àcerca do estatuto da empresa – o facto de os administradores executivos não terem autonomia de gestão no que concerne à nomeação dos directores artísticos nem, consequentemente, à avaliação do seu desempenho, pelo facto de Mário Vieira de Carvalho reservado para si tal responsabilidade, com força de Decreto Lei (ponto 2- do Artigo 16.ª da SECÇÃO III do ANEXO ESTATUTOS DO ORGANISMO DE PRODUÇÃO ARTÍ?STICA, E. P. E. do Decreto-Lei 160/2007).
Este ponto impede que o OPART (ver arquivo) seja uma empresa na sua verdadeira acepção, nem pública nem privada, não é uma empresa, pois a sua administração executiva não está autorizada a executar na sua plenitude, contradizendo até o prescrito tanto no Decreto Lei que estabelece Estabelece o Regime Jurídico do Sector Empresarial do Estado e das Empresas Públicas, onde o ponto 3 do Artigo 15.ª estipula que, cito, Sem prejuízo das obrigações definidas no presente diploma ou em legislação especial, os administradores disporão de independência técnica no exercício das suas funções, como no Decreto Lei que regula o Estatuto do Gestor Público, nomeadamente com todo o Artigo 5.º sobre os Deveres dos Gestores, especialmente no prescrito na sua alínea c), passo a citar, Acompanhar, verificar e controlar a evolução das actividades e dos negócios da empresa em todas as suas componentes, publicado apenas um mês antes deste relativo ao OPART!
Nesta conformidade, estimado Henrique, não se trata de uma questão de pessoas (se bem que desconheço currículo relevante nas áreas que importam – gestão cultural e empresarial), mas da própria forma! Não deixa de ser, como direi, notável, que sendo Pedro dos Santos Moreira um reputado académico na área de Gestão de Recursos Humanos, lhe esteja vedada essa vertente no que aos Directores Artísticos do OPART diz respeito!
Insisto, porque não vejo razão para alterar o que atrás afirmei, que a forma como Mário Vieira de Carvalho constituiu o OPART, E.P.E. foi muito pouco transparente para não dizer que terá sido um descarado embuste!





















