Joaquim Castro CaldasSempre às segundas-feiras, à noite, noite dentro, numa cave, cave de fumo, de fumo e de álcool, e de pouca luz e de fumo, mas sempre a propósito da poesia e de a bem dizer, de a amar, de a sentir, de irmos por onde ela…, ela e Joaquim Castro Caldas nos transportava.
Foi ontem, há 20 anos, que me iniciei a descer à cave do Pinguim Café para ouvir não já música, mas Castro Caldas, ele e quem queria dizer, dizer o que há muito no Porto o hábito se perdera – poesia.
Na quinta-feira, 13 deste mês, regressaremos ao Pinguim Café para homenagear quem bem nos fez, Joaquim Castro Caldas, 20 anos depois, onde estará, com certeza, o seu último livro – Mágoa das Pedras.
Bem-hajas Joaquim Castro Caldas pelo que de ti por amor à poesia (nos) deste.