GLOSAS será uma revista semestral da responsabilidade do ‘MPMP – Movimento Patrimonial pela Música Portuguesa’, uma associação sem fins lucrativos, cujo objectivo primo é Dinamizar e Revitalizar o Património Musical Português. O lançamento da Glosas surge após o bem sucedido projecto ‘ATRIUM – Base de Dados de Compositores Portugueses’.
Aqui deixo a divulgação formal:

Glosas - capa da revistaPARTICIPE NA glosas, UMA REVISTA PELA MÚSICA PORTUGUESA

O mpmp, movimento patrimonial pela música portuguesa, uma recém-fundada associação sem fins lucrativos em prol da defesa e revitalização do património musical português, tem o prazer e a honra de o convidar a participar no projecto de uma revista semestral cujo primeiro número será lançado durante o corrente ano de 2010.

Se é compositor, musicólogo, instrumentista, melómano ou cidadão interessado, não hesite em enviar-nos informações e notícias relativas a concertos, conferências, edições discográficas, publicações diversas e outras actividades que se relacionem com a causa defendida pela associação.

Teremos o maior gosto em fazê-las publicar na revista, sempre que possível, na secção dedicada à actualidade da música, dirigida por Manuela Paraíso, bem como na agenda em-linha disponível em www.mpmp.pt e na nossa página facebook associada. Contacte-nos através do e-mail geral@mpmp.pt.

Retorno a Aaram Katchaturian, desta vez com o ‘Concerto para Violino e Orquestra op. 46′, interpretado por Henryk Szeryng e pela Orquestra Sinfónica de Londres, dirigida por Antal Doráti, gravado em 1965 (só audio).


Bom fim-de-semana


Para o fim-de-semana deixo-vos o Concerto para piano e Orquestra Op. 38 I de Aaram Khatchaturian, interpretado pelo pianista Lev Oborin e pela Orquestra da Rádio Moscovo, dirigida pelo próprio Khatchaturian (só audio).
Em Portugal este concerto foi estreado em 1980, por Maria Manuela Araújo com a Orquestra Sinfónica do Porto, no Teatro Rivoli, gravado e emitido em directo pela RDP, mas cuja gravação não aparece ou não existe mais.


Bom fim-de-semana.

Deixo-vos o concerto de Schumann interpretado por Géza Anda, um dos bons pianistas que o sec. XX nos legou, com a Filarmónica de Berlim, dirigida por Rafael Kubelik, gravado em 1964 (só audio).


Bom fim-de-semana.


Feliz Natal e bom Ano Novo com Bach, o prelúdio da 3.ª Partita, por Henryk Szeryng.


Dedico esta interpretação de Paderewski da Valsa op. 64 no. 2 de Chopin, gravada em 1917 (só audio), a dois amigos que acabam de ser pais pela segunda vez.


Deixo-vos para o fim-de-semana a interpretação de Vladimir Sofronitsky da Polonaise op. 44 de Chopin, conhecida por “a Trágica”, só em audio.


Bom fim-de-semana.

Petrushka de Stravinsky em versão para piano é que vos proponho para ouvir. Grigory Sokolov? Emil Gilels? Escutem…

   
Bom fim-de-semana

Decorre entre hoje e 25 de Julho o Congresso Internacional Sociologia da Música – tendências, interpelações e perspectivas, na Culturgest, organizado pelo CESEM – Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical da Universidade Nova, pertencendo à comissão organizadora Mário Vieira de Carvalho e Paula Gomes Ribeiro (ambos do CESEM – Universidade Nova de Lisboa), Ângelo Martingo (Braga – Universidade do Minho) e Katrin Bicher (Humboldt-Universität, Berlin) e tendo como membros da comissão científica Mário Vieira de Carvalho e Christian Kaden (Humboldt-Universität, Berlim).
Sociology of Music LisbonO programa do Congresso pode ser consultado aqui e a lista de participantes e seus currículos aqui.

A qualidade deste género de iniciativas culturais de investigação sobre a música parece não ser objecto de curiosidade jornalística em contraponto com outras, bem menos relevantes, são, ao que parece, colocadas em agenda por motivos, certamente, políticos, aos quais a qualidade dos estudos e das investigações pouco interessa se deles não puderem servir-se para os seus comezinhos fins.

O Congresso Internacional ‘Sociologia da Música – tendências, interpelações e perspectivas’ propõe-se, cintando um excerto:

Nas últimas décadas as abordagens sociológicas da música têm vindo a desenvolver, expandir e diversificar extensivamente os seus métodos e áreas temáticas. Os campos de investigação da sociologia e da musicologia têm-se cruzado cada vez mais. O espectro interdisciplinar continua a alargar-se. Tanto as questões teórico-críticas como os estudos empíricos se abriram a novos horizontes. A Sociologia da Música desenvolveu-se num sentido integrativo, tomando em conta os contributos da História, Antropologia, Filosofia e Estética, Psicologia e Psicanálise, Economia, Teorias da Recepção, Comunicação e Sistemas, Estudos de Género, Culturais, Comparativos e da Globalização. Intensificou-se também a sua influência noutras áreas da Musicologia – por exemplo, nos Estudos de Composição e Interpretação ou na Análise Musical. A maior parte das abordagens incide actualmente sobre as práticas musicais como interacção social, o material musical e as obras musicais como sociedade codificada, o significado musical como resultado de processos sociais que ocorrem em mundos vividos em constante mudança, as trocas… (Continue a Ler no sítio do Congresso)

Para vossa escolha deixo-vos 4 interpretações da Sonata No.8 op.13, para piano, a Patética, de Beethoven – Gould, Pollini, Richter e Ashkenazy. Nada vos digo sobre preferências. Degustem, passando, com calma e vagar…, por elas.

Glenn Gould e Maurizio Pollini

   


Sviatoslav Richter e Vladimir Ashkenazy

   

Para quem quiser ouvir o 1º andamento por Emil Gilels, pode seguir este link para o Youtube.
Bom fim-de-semana.

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