GLOSAS será uma revista semestral da responsabilidade do ‘MPMP – Movimento Patrimonial pela Música Portuguesa’, uma associação sem fins lucrativos, cujo objectivo primo é Dinamizar e Revitalizar o Património Musical Português. O lançamento da Glosas surge após o bem sucedido projecto ‘ATRIUM – Base de Dados de Compositores Portugueses’.
Aqui deixo a divulgação formal:
PARTICIPE NA glosas, UMA REVISTA PELA MÚSICA PORTUGUESA
O mpmp, movimento patrimonial pela música portuguesa, uma recém-fundada associação sem fins lucrativos em prol da defesa e revitalização do património musical português, tem o prazer e a honra de o convidar a participar no projecto de uma revista semestral cujo primeiro número será lançado durante o corrente ano de 2010.
Se é compositor, musicólogo, instrumentista, melómano ou cidadão interessado, não hesite em enviar-nos informações e notícias relativas a concertos, conferências, edições discográficas, publicações diversas e outras actividades que se relacionem com a causa defendida pela associação.
Teremos o maior gosto em fazê-las publicar na revista, sempre que possível, na secção dedicada à actualidade da música, dirigida por Manuela Paraíso, bem como na agenda em-linha disponível em www.mpmp.pt e na nossa página facebook associada. Contacte-nos através do e-mail geral@mpmp.pt.
Este ano, no Dia Mundial do Livro, limito-me a transmitir-vos a minha alegria por voltar a ter para ler a LER, a revista, novamente dirigida por Francisco José Viegas (link), que quando vivi por outras paragens me confortou e ligou a esta terra, que parece ser cada vez mais só de terra e da língua.
Amanhã irei correr as bancas a ver se já a encontro.
ps: imagem retirado do blogue “LER Blogue“
Via Francisco José Viegas tomo conhecimento que a revista “LER” tem blogue próprio – LERBLOGUE. Para os links das leituras, claro.
Aí está o n.º 2 da Obscena – Revista de Artes Performativas! É seguir o link para imagem para ler e bem-haja a quem continua a teimar em editar este oásis! Para assinar basta ir so site e inscrever-se no email.
Aí está a Obscena – Revista de Artes Performativas, para já em formato PDF, editada pelo Tiago Bartolomeu Costa.

Vamos ler, vamos ver ao que vem, mas registo com muito agrado o que é dito no seu editorial:
(…)
Muitos queixam-se da falta de debate público mas contribuem para esse marasmo com inércia e silêncio. O trabalho de muitos criadores acusa falta de memória e muitos críticos demitem-se de o denunciar.
Alguns criadores reclamam, em conversas meio circunstanciais, uma crítica mais exigente, mas esperam que esta não “se vire”? contra eles. (…)
Felicidades para o arrojado projecto. Existia a lacuna, existe gente que fala da sua necessidade, vamos ver até onde chegará o desejo de a ler!
ps: para assinar deve ir ao sítio da revista.
Depois de um tempos de descontinuidade aí está o n.º 11 da INTERACT (link constante dos Percursos ali em cima), a única revista digital portuguesa ligada à arte, cultura e novas tecnologias, dirigida por Teresa de Sousa da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Nova.
Este n.º está, à semelhança dos anteriores, bastante rico, contando com estudos e ensaios sobre hipertexto, ética e literatura, linguagem dos jogos de computador, arte simbólica e uma entrevista a António Câmara por Gonçalo Felino.
Neste n.º 11 da INTERACT contamos com as participação de J. Rosa, J. Godinho, Luís Soares, Luís Filipe Teixeira, Guilherme Xavier, Mark Stephen Meadows, dr Bakali, José Augusto Mourão, Jorge Leandro Rosa, Leonel Moura, Pedro Gadanho, Patrícia Gouveia, Filomena Moita, Gonzalo Frasca e Pitch Gonçalves, por ordem de inserção.
Para além de estar totalmente disponível on-line, a INTERACT permite o download em formato “pdf” para quem pretender. Nota menos positiva é o site estar construído totalmente em “flash”, tornando-se muito pesado para quem não tem computadores “bomba” para navegar.
Transcrição da missão do projecto INTERACT:
A interact é uma publicação digital, de periodicidade quadrimestral editada pelo Centro de Estudos de Comunicação e Linguagens (CECL).
O seu objectivo é a reflexão e a discussão em torno de temáticas importantes do pensamento contemporâneo, o acompanhamento crítico de acontecimentos e práticas culturais e artísticas e o incentivo ao trabalho de experimentação com as tecnologias digitais e as redes de informação.
Diminuir o fosso ainda existente entre a cultura e a cibercultura é ainda uma das suas principais motivações, procurando por isso o encontro (e o confronto) entre práticas mais tradicionais no âmbito da cultura (como o ensaio, a crítica e a recensão), e práticas de expressão, de reflexão e de criatividade próprias à cultura digital, como as da hipertextualidade e hipermedia, interactividade e conectividade.






















