‘Close to the Edge’ dos Yes, uma das obras mais emblemáticas do saudoso ‘Rock Progressivo’, aqui com composição de imagens para vídeo de David, aka vzqk50, foi concebido com base na leitura de ‘Siddharta’ (1922) de Herman Hesse. A obra desenvolve-se em 4 andamentos: “The Solid Time of Change, “Total Mass Retain”, “I Get Up I Get Down” e “Seasons of Man”.



Lançado em 1972, a formação dos Yes era, na altura, composta por: Jon Anderson – voz; Steve Howe – guitarra; Rick Wakeman – teclados; Chris Squire – baixo eléctrico; Bill Bruford – bateria.
Bom fim-de-semana.

Imagine “the world will live as one”…, de John Lennon, numa escola para surdos…, pela Glee…


“You may say I’m a dreamer”…

Bom 2010!

Dedico esta interpretação de Paderewski da Valsa op. 64 no. 2 de Chopin, gravada em 1917 (só audio), a dois amigos que acabam de ser pais pela segunda vez.


Deixo-vos para o fim-de-semana a interpretação de Vladimir Sofronitsky da Polonaise op. 44 de Chopin, conhecida por “a Trágica”, só em audio.


Bom fim-de-semana.

Petrushka de Stravinsky em versão para piano é que vos proponho para ouvir. Grigory Sokolov? Emil Gilels? Escutem…

   
Bom fim-de-semana

Agora que o sistema de ensino artístico especializado, vulgo ensino prestado pelo sistema de conservatórios de música e dança, parece estar definitivamente condenado ao ’simplex’, atendendo ao constante na Portaria n.º 691/2009 de 25 de Junho, que mais não é que o culminar de um processo iniciado pelo Relatório de Avaliação do Ensino Artístico, coordenado por Domingos Fernandes, (a opinião não é só minha, veja-se por exemplo no blogue ‘do Cerro da Cardosa)’, parece-me ser o momento ideal para divulgar, aqui, o ataque soez que aquele Senhor Professor Doutor fez à minha pessoa, no programa ‘Sociedade Civil’ da RTP2, teledifundido em 27/02/2008, do qual edito este excerto:


excerto do programa ‘Sociedade Civil’ teledifundido pela RTP2 no dia 27-02-2008

Ex.º Senhor Professor Doutor Domingos Fernandes
Em menos de 3 minutos V. Ex.ª teve a amabilidade de, apesar de dizer que leu o que escrevi, nunca ter pronunciado o meu nome; teve V. Ex:ª a gentileza de insinuar que não li o relatório do estudo (qual deles?) que coordenou; teve V. Ex.ª a nobreza de carácter de me desferir um ataque pessoal, de forma insidiosa, pelo facto saber que não me era possível fruir do direito de contraditório às suas acusações e insinuações que me dirigiu; V. EX.ª atribuir-me a autoria de afirmações que nuca proferi, nomeadamente a de que os autores do estudo que coordenou não consultaram professores do ensino artístico especializado; sem me conhecer pessoalmente, V. Ex.ª acusa-me, implicitamente, de não conhecer a realidade do ensino artístico em Portugal; V. Ex.ª, mais uma vez implicitamente, apelida-me de ‘treinador de bancada’; falou, V. Ex.ª, repetidamente de humildade ou da falta dela e da necessidade de eu ter de ser mais cauteloso devido à minha falta de conhecimento.

Tudo o que escrevi sobre si em relação ao estudo que coordenou está está aqui.
Tudo o que escrevi sobre o ‘Relatório de Avaliação do Ensino Artístico’ está aqui;
A Petição ‘Defesa do Ensino Artístico em Portugal’ cujo texto elaborei, a qual esteve aberta a subscrições durante 17 dias e foi entregue aos seus destinatários, Sua Ex.ª o Senhor Presidente da República de Portugal e Sua Ex.ª o Senhor Primeiro-Ministro de Portugal, está aqui.

Ex.º Senhor Professor Domingos Fernandes
Creia, V. Ex.ª, que, com toda a minha humildade e falta de conhecimento de que me acusa, estou, como sempre estive, disponível para dialogar e debater consigo, publicamente, no local que V. Ex.ª preferir, as vezes que considerar necessárias, para que a verdade aflore e em saber se consolide.
Não tenha V. Ex.ª receio por eu não ser professor, nem convidado, nem auxiliar, nem associado, nem catedrático, nem agregado, mas conhecer e saber sobre um assunto que quis a vida que nele vivesse, sempre ligado, há 50 anos, em Portugal e noutros países por esse mundo afora.
Eu tenho toda a disponibilidade para o fazer. Pretenderá, V.ª Ex.ª, fruir dela a bem do ensino artístico especializado da música e da dança?

Amy Winehouse teve de cancelar em cima da hora o seu concerto no ‘North Sea Jazz’ de 2007, mas não foi por isso que o público deixou de ouvir ‘Rehab’…, mas numa ‘jam session’ composta por Marcus Miller (clarinete baixo e baixo eléctrico), Roy Hargrove (trompete), Candy Dulfer (sax alto), entre outros.
Gostava de lá ter estado. Ouçam e digam…


Para vossa escolha deixo-vos 4 interpretações da Sonata No.8 op.13, para piano, a Patética, de Beethoven – Gould, Pollini, Richter e Ashkenazy. Nada vos digo sobre preferências. Degustem, passando, com calma e vagar…, por elas.

Glenn Gould e Maurizio Pollini

   


Sviatoslav Richter e Vladimir Ashkenazy

   

Para quem quiser ouvir o 1º andamento por Emil Gilels, pode seguir este link para o Youtube.
Bom fim-de-semana.

Uma obra de Paulo Bastos, ‘NUMBERS’, de 1993, compositor e, enquanto professor de ‘Análise e Técnicas de Composição’, um dos principais responsáveis pela sensibilização de alunos para abraçarem estudos superiores de composição em Portugal.
Só audio:


Hoje lembrei-me das interpretações de Beethoven de Annie Fischer a propósito de sentir existir que há ainda quem pense que as mulheres não deveriam interpretar certos compositores e certas obras para piano. Aqui vos deixo a interpretação (só audio) de Annie Fischer da Sonata para Piano No. 32 op. 111, a ver se vos merecerá reparos de género…, ou outros.

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